Evento

Tudo que a gente viu na Comic Con Experience 2018

A quinta edição da Comic Con Experience, nossa querida CCXP, aconteceu nos dias 6, 7, 8 e 9 de dezembro no São Paulo Expo, e o Who’s Thanny esteve presente mais uma vez. E haja resistência pra vivenciar esses quatro dias inesquecíveis, cheios de coisas muito incríveis pra ver e fazer, e possibilidade de conhecer muita gente que faz trabalhos fantásticos que a gente admira.

Hypia quer registrar aqui um agradecimento gigante à Raabe, Lauriane, Ludmila e Alexia pela companhia maravilhosa durante esses dias épicos.

O planejamento pra esse evento começou há meses, mais ou menos em abril, quando começaram a vender os convites, e nos organizamos pra comprar. Byzinha comprou o passe para os quatro dias, e Hypia foi com convites separados para cada dia, pois inicialmente poderia ir somente no sábado e no domingo, e depois confirmou que iria às quatro datas.

Reservamos hospedagem para o grupo de cinco pessoas num apartamento bastante espaçoso e que achamos bem agradável pelo AirBnB, próximo a uma estação da linha azul do metrô paulistano – vamos falar um pouco mais sobre os nossos deslocamentos, principalmente no sábado. Infelizmente, existiam outras duas amigas que tinham se planejado para estar na convenção também e não puderam vir – e uma delas é a Sam, que faz parte da nossa equipe.

Sem mais demora, vamos falar do evento em si:

Primeiro dia: QUINTA

A Byzinha precisava retirar a credencial dela antes de entrar, e logo na chegada encontramos uma das coisas mais comuns de qualquer Comic Con: filas. Ela estava bem tranquila, mesmo com a demora entre uma hora e meia a duas horas para conseguir entrar no pavilhão; Hypia estava bem incomodada, por medo de não conseguir ver tanta coisa assim por conta do tempo – mas foi colocar os pés lá dentro e começar a participar do evento e esse sentimento passou.

A gente começou passando na loja da Turma da Mônica que fica bem na entrada, porque achávamos que teria botton de “ata”, mas era mousepad e como nenhuma de nós usa mouse, deixamos quieto – ou melhor, Hypia usa, mas decidiu não comprar. Achamos os preços da loja bem dentro do esperado. Se não estivéssemos com apenas uma coisa em mente, com certeza teríamos deixado uns golpinhos por lá.

O Artists Alley fica bem de frente com o estande da Turma da Mônica. Se vocês acompanham nosso Instagram, pode ter visto nos stories que a Byzinha tinha levado algumas HQs para serem autografadas, então enquanto Hypia encarava a famigerada fila de Vitor Cafaggi, ela aproveitou para encontrar a mesa de Jefferson Costa e Rafael Calça para pegar os autógrafos deles e comprar mais uma HQ. Por sorte, tinha pouca gente na fila deles naquele momento, e ainda deu tempo da By voltar para a fila do Vitor e reclamar das pessoas que levavam uma pilha de coisas para serem autografadas rsrs.

Jefferson Costa autografando o “Jeremias: Pele” da Hypia

Depois disso, demos uma passada na Panini e na JBC. Se você nos acompanha nas redes sociais, pode ter visto a Byzinha falando pelos cotovelos sobre a Feira do Livro da USP, que tinha uns descontos absurdos e que pela primeira vez contava com a presença da JBC – simplesmente nossa editora de mangás preferida. Se você viu essas postagens, deve estar se perguntando nesse momento “o que diabos a gente foi fazer no estande deles DE NOVO”. Pois bem, ainda tinha muitas coisas que queríamos comprar; quer dizer, Byzinha só queria o volume 23 de FMA, mas a Hypia queria mais coisas e conseguiu – ao contrário da By, que nunca pensou que seria otária, mas foi otária, porque eles não tinham o volume 23 de novo (ainda?). Hypia tinha feito até uma pequena aposta com a Raabe: “Duvido que vá ter Your Name (tinha), se tiver, eu compro o Fullmetal pra você (não tinha)”. Quanto a Panini, os preços estavam bons, mas não encontramos o que queríamos e nem estávamos muito motivadas para pegar aquela fila, então seguimos com a vida.

Tem muita coisa para ser vista na feira, e como entramos exatamente pelo meio, decidimos continuar pelo lado esquerdo antes de ir na direção do auditório Cinemark XD, onde os principais painéis acontecem. Do lado esquerdo é onde estavam a loja de Harry Potter e a cabana do Hagrid, e enquanto você (logicamente) podia entrar na loja, não era possível entrar na cabana do Hagrid, apenas tirar foto do cenário. Isso deixou a gente triste? Absolutamente não, porque era muito lindo. Embora não tenhamos ido para a loja, não perdemos a oportunidade de ver a cabana antes de descermos pro Creator’s Stage.

O Creator’s Stage deste ano estava MUITO diferente do ano passado; esse palco ano passado ficava em um lugar menor, e na área onde este ano colocaram o Creator’s Stage havia outro palco, chamado Arena Cosmusic – unificaram essas duas ativações, e colocaram as atividades todas concentradas num espaço só, maior.

Não vamos negar que fomos para o Creator’s Stage porque estávamos procurando um lugar pra sentar, considerando que aquela parte do pavilhão costuma ser a menos movimentada (um absurdo, já que lá é onde tem os melhores trailers de comida). Já estava mais que na hora da gente comer alguma coisa, então esse foi o momento também. Agora, para nossa surpresa, o painel que estava rolando no Creator’s era muito interessante, falando sobre podcasts e fandoms – talvez porque Byzinha não tenha o hábito de ouvir podcasts, foi mais surpreendente pra ela que para a Hypia, que também achou bastante interessante.

Depois deles, quem tocou lá foi a banda Zimbra, que a Hypia gosta muito. A gente assistiu um pedaço do show – que tinha um som de alta qualidade (tem vídeo nos destaques do IG) – antes de voltar para o pavilhão principal e ver o resto das coisas, porque ainda tinha muita coisa pra ser vista.

Saindo de lá, passamos pelo estande da Cup Noddles, que estava todo trabalhado no mistério. A fila andava rápido, então topamos entrar e ver o que era a atração: 10 salas com cenários diferentes em que você tinha que interagir com os personagens para ganhar um lámen. A Byzinha, que tinha perguntado se era algo de susto ou se tinha que comer algo apimentado, acabou caindo logo no cenário de susto que dava um lámen de pimenta, mas a Hypia foi num mais divertido com tema de sumô e ganhou um lámen de frango teriaki. Por sorte da By, um rapaz topou trocar de lámen e ela ficou com um de bolonhesa (o cenário dele era de uma família italiana). Naquele estande, também era possível comprar um lámen pronto por 5 reais!! Achamos o preço ótimo e essa foi a opção de muita gente durante o evento.

Logo ao lado da Cup Noddles estava a parte de Jogos de Tabuleiro que era lindona mesmo! O cenário era feito de cartas de Dixit – um jogo que gostamos bastante – e… também tinha fila pra entrar. Como queríamos rodar pelo pavilhão, acabamos não encarando a fila.

Os últimos estandes que paramos para ver foram o do Just Dance em duas edições – uma de K-Pop e outra junto do estande de Bumblebee. As pessoas eram convidadas para dançar e ganhavam brindes pra isso, estava bem divertido e mesmo quem não estava no palco dançava junto, especialmente no palco de K-Pop. Era uma diferença considerável comparado ao palco do Just Dance das edições anteriores, mas com duas versões eles conseguiram chamar a atenção de públicos específicos, e achamos isso bom. Também passamos pelo estande da Warner (que foi um dos destaques do nosso post de aquecimento) e descobrimos que todas as atrações lá eram por agendamento, sendo que os horários para a quinta já estavam esgotados. Logo de manhã, para cada dia de evento, o site abriria sessões para serem agendadas e que vencesse a melhor internet. Como já estava planejado assistirmos todos os paineis da sexta sem sair do auditório, resolvemos que iríamos tentar agendar coisas para o sábado à noite e logo falaremos de como foi.

Finalmente, fomos ao estande da Trigg, já que a Hypia é cliente – e ficou bastante arrependida de não ter comprado pelo menos uma das versões do cartão com tema da DC, já que deram um convite da Spoiler Night pra todo mundo que comprou. De lá, podíamos ver o telão do auditório Cinemark XD e chegamos bem quando o painel de Game of Thrones estava começando. Não sabemos o que de conteúdo exclusivo foi mostrado, porque não entramos no auditório, apenas vimos os relatos de quem estava lá dentro, mas quando tocou a música tema, pudemos assistir e estava com uma orquestra ao vivo! Foi bem legal de ver. Ainda falando da Trigg, o estande deles estava temático da DC como os cartões de crédito que eles lançaram antes do evento. Tinha tomadas e entradas USBs disponíveis para você dar aquela carguinha esperta nos aparelhos enquanto assistia o telão, e também tinha 2 videogames para jogar. Quem jogava, ganhava mimos como botton e marcador de livro, e quem ganhava o jogo levava um convite para o evento.

Já era por volta das 19h quando nossa amiga Mila avisou que tinha conseguido retirar a credencial dela, então nós a encontramos para irmos embora, já que estávamos dividindo a casa do Airbnb. Tanto a fila do translado quanto o trânsito para sair de lá estavam IMPOSSÍVEIS. Inclusive, para ir do metrô Jabaquara até o evento, tivemos que pedir um Uber porque os ônibus não estavam conseguindo sair/chegar na São Paulo Expo, e tivemos que andar parte do caminho, porque seria mais rápido do que esperar o motorista conseguir atravessar a ponte. Para vocês terem uma ideia, saímos do evento por volta das 19h e chegamos na casa depois das 22h. Isso definitivamente colaborou com nossas 4 horas de sono para encarar o dia seguinte, porque depois de 4 anos de CCXP, de jeito nenhum iríamos ficar sem uma alimentação decente no final do dia e fomos jantar quase meia noite porque ainda ia ser preciso cozinhar rsrsrsrs

Segundo dia: SEXTA

Na sexta, tivemos a ousadia de ir para o evento de metrô. Saímos por volta das 5h e chegamos na Expo umas 6h, conseguindo pulseira para o auditório Cinemark XD logo na primeira fila. No nosso conceito humilde de réles mortais, estávamos pensando em chegar no mesmo horário no dia seguinte, cientes de que pegaríamos o final da fila, mas confiantes de conseguir vaga – a gente fala sobre o transtorno do sábado daqui a pouco. Começaram a liberar a entrada umas 9h para todo mundo se acomodar em seus lugares (quando, inclusive, encontramos menina Alexia), e ao meio dia começaram os trabalhos.

O primeiro painel foi do Globoplay com “Aruanas” – uma série ainda por estrear sobre ativistas ambientais em guerra com os latifundiários da Amazônia. O tema chamou a atenção por ser ousado e perigoso (afinal, todo mundo conhece alguém, ou conhece alguém que conhece alguém que sofreu na mão dos “coronéis” que se dizem donos do norte do Brasil). Honestamente, não sabemos como a Globo conseguiu fazer essa série, mas pelo que vimos de trailer, cenas exclusivas e depoimento dos criadores e das protagonistas (Leandra Leal, Tais Araujo, Camila Pitanga e Debora Falabella) já sabemos que ela será muito importante para conscientizar a batalha pelos indígenas e pela Amazônia brasileira.

(Clique nos tweets pra ver tudo que falamos sobre os referidos painéis)

Depois de “Aruanas” veio um dos painéis que estávamos mais ansiosas para ver: Mauricio de Sousa Produções. Como sempre, eles trazem MUITO conteúdo e novidades para a CCXP – de lançamento oficial dos gibis em parceria com a DC, anúncio oficial da segunda temporada de Biduzidos, anúncio de parcerias com o mercado japonês, anúncio das graphic novels que sairão em 2019 (BIANCA PINHEIRO DE VOLTA!!!!!!!!!!!), série do Astronauta será exibida na HBO (!!!!!!!!!!!!!) até o trailer estendido de “Turma da Mônica – Laços” que A M A M O S e gritamos muito quando vimos que o Rodrigo Santoro será o Louco!!!! (você já leu a graphic novel do Louco? Leia. É maravilhosa. De verdade) Além disso, estávamos tristes porque o painel de “Laços” seria no sábado em outro auditório, mas a MSP ouviu nossas preces e levou as crianças (dentro das personagens e tudo!) e o diretor Daniel Rezende para mostrar todo esse conteúdo. Laurinha, que interpreta a Magali, chorou muito e totalmente representou a Byzinha. Essa espera por “Laços” está nos matando!

Olha o trailer de “Laços” que foi lançado na CCXP:

E tivemos o painel dos 80 anos de Superman, com a presença do ator Tom Welling, e a entrevista dele foi uma das que a Hypia assistiu mais feliz em todas as edições da CCXP. Falaram bastante sobre Smallville, mostraram vídeos com cenas da série e comentaram sobre algumas curiosidades dos bastidores, e também foi conversado um pouquinho sobre o personagem Clark Kent/Superman. Smallville foi uma das primeiras séries que Hypia acompanhou e ficou fã, e os temas que escolheram citar nessa entrevista foram alguns dos que realmente mais chamavam a atenção quando ela via os episódios, então, foi um painel muito divertido. Hypia só não agendou foto com ele porque quando decidiu que realmente queria não tinha mais atendimento disponível pra horário em que a gente não tinha outra coisa planejada.

(no final do post tem um link cheio de vídeos, inclusive o da abertura desse painel. sugerimos assistir no celular)

Um dos paineis mais amorzinho de toda a CCXP foi o de Rebecca Sugar, criadora de “Steven Universe”. Tinha MUITO fã do trabalho dela no auditório, muita gente de cosplay dos seus personagens encantado com ela. Com a voz suave e meio tímida, Rebecca falou sobre seu processo criativo, muito vagamente comentou o que está por vir na próxima temporada, afirmou já saber como será o final da série e até cantou um pouquinho pra gente. Mesmo que não acompanhemos o trabalho dela (embora eles estejam na nossa fila da Netflix há algum tempo ^^’), ficamos encantadas também e deu vontadinha de passar a série pro começo da fila.

Vamos destacar aqui três citações da entrevista da Rebecca: “Odiar é fácil, eu prefiro fazer coisa difícil”; “prefiro usar meu tempo pra criar coisas, e não pra destruir coisas”, e quando a entrevistadora pediu pra dizer a primeira palavra que viesse à cabeça dela sobre o Brasil, ela disse, literalmente, “Eita”.

Já o aguardado painel da FOX trouxe uma das coisas mais aguardadas do ano: “Fênix Negra”. Com a presença do diretor Simon Kinberg (também responsável por “Dias de um Futuro Esquecido”), Sophie Turner e Jessica Chastain, vimos o trailer estendido do filme, falamos sobre o que rola nele e recebemos garantia de que seu tom seria parecido com o de “Logan”, o que nos deixou assim:

Além disso, também vimos 15 minutos do filme, que mesmo não estando terminado (no que se trata dos efeitos visuais) está muito legal! Mal podemos esperar, estamos tão empolgadas!!!!

Por último, foi a exibição de Aquaman. Não vamos negar que estávamos muito empolgadas para assistir esse filme, crentes de que seria o melhor pior filme do ano, mas…

Bem, o filme já estreou no cinema, então muitos de vocês já devem ter ido por conta própria saber que “Aquaman” é SENSACIONAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! É TÃO BOM!!!!!!!!!!!!! SOCORRO!!!!!!!!! A gente ta surtando até hoje, porque a Warner/DC nos fez acreditar que seria um filminho mais ou menos (todo mundo sabe que reshots nunca são sinal de boa coisa, por exemplo), mas acabou nos dando um filme que até Marvete gosta. É muito emocionante e tal qual “Mulher Maravilha”, Byzinha chorou – não porque o filme era de chorar, mas porque era tão bom e deu tão certo.

No fim, tinha uma surpresinha anunciada, e essa surpresinha foi um holograma ao vivo com Jason Momoa! Nós estávamos parcialmente ansiosas, porque sabíamos que por causa do SNL não era possível que o Jason fosse pessoalmente, mas ao mesmo tempo, gente, ele é maluco, vai entender o que se passa na mente daquele homem? Mas sim, a coisa lógica a se pensar é que era só um holograma mesmo, e que ele não conseguir escutar o Borgo era de verdade, não uma encenação na qual ele apareceria atrás de uma cortina a qualquer momento. E gente, eles nos enganaram direitinho, porque quando parecia que o Jason realmente estava atrás de uma cortina… VEIO O ZACHARY LEVY E SE VOCÊ VIU NOSSO IG VIU QUE GRITAMOS MUITO MESMO!!!!

Pra completar com chave de ouro, todo mundo que assistiu ao filme ganhou uma camiseta da Piticas pra esfregar na cara da humanidade que vimos o filme antes de todo mundo na CCXP hehehehe

OBS: nossas amigas Mila e Alexia tinham fotos agendadas para a sexta. A da Mila foi com Tom Welling à tarde e ela não teve problema nenhum para pegar sua foto, embora ela tivesse dificuldade para VOLTAR para o auditório e acabou não assistindo “Aquaman”; já a Alexia, tirou foto com o Sebastian Stan e passou pela maior JORNADA pra conseguir sua foto impressa. Foram literais horas de espera e de ter que lidar com gente estressada até descobrir que só iria conseguir pegar a foto no dia seguinte. Sério, ela tinha saído depois do painel da FOX e “Aquaman” já tinha terminado há muito tempo quando finalmente saímos do pavilhão mortas ft. enterradas. Até pegar um Uber foi uma Ilíada e acabamos jantando mais de meia noite (de novo). Adicione mais 3 horas de sono para a tabelinha, e bora que ainda tem mais evento pra cobrir.

OBS 2: a experiência de ver o filme junto com 3 mil pessoas rindo, gritando, berrando e aplaudindo junto é COMPLETAMENTE diferente de estar num cinema com, sei lá, cem pessoas em silêncio depois, acreditem. A gente foi ver e a diferença é real.

Terceiro dia: SÁBADO

Lembram quando a gente falou que estava planejando ir para o evento no mesmo horário que fomos na sexta? Pois bem, quando estávamos na fila, algumas pessoas estavam falando sobre ir para lá de madrugada, tipo umas 3h30 da manhã, então resolvemos levantar mais cedo. Com a chegada da Lauri na casa e saindo antes das 5h, não poderíamos pegar metrô nem pedir só um Uber, então nos dividimos em 2 carros: Byzinha, Lauri e Mila em um, Hypia e Alexia no outro. Um carro saiu atrás do outro e chegamos com 5 minutos de diferença. Acontece que a Byzinha conseguiu pulseira para o auditório junto de Lauri e Mila… na última fila! E Hypia e Alexia, que chegaram 5 minutos depois, não conseguiram!

Mais ou menos meia noite de sábado o evento postou nas redes sociais uma foto da galera que já estava lá, mas a gente não viu – já tinha bastante gente, e se a gente soubesse o quanto já estava insano, talvez a gente tivesse tentado ir mais cedo.

Então esse será o conto do melhor pior dia de CCXP, começando pela Byzinha.

Demorou MUITO, muito mesmo para chegar na nossa vez de entrar no auditório, e nós já imaginávamos que não iríamos conseguir lugar juntas. Na verdade, levou uma eternidade para conseguir lugar mesmo separadas, porque como éramos da última fila, todo mundo já tinha achado lugar e/ou guardado cadeiras. Além do mais, os estúdios tinham reservado o triplo de cadeiras, então aqueles famosos desesperados do pavilhão também não conseguiram entrar, afinal, nem quem tinha pulseira estava conseguindo!

Hypia ficou realmente MUITO triste por não ter conseguido lugar no auditório; depois de ir pra fila para o pavilhão, fez agendamento para a atividade de Aquaman no estande da Warner pra 11:15 da manhã – justamente o tempo de entrar no auditório e chegar até o local da atividade, e depois foi correr a Artist’s Alley atrás de materiais que achasse interessantes e pegar autógrafos.

Já era mais de 10h quando a Byzinha achou um lugar para sentar, e às 11h foi dada a largada com a exibição de “Wifi Ralph”.

(Foi enquanto esperávamos que conseguimos agendar algumas atividades do estande da Warner, sendo que algumas – como a de “Detetive Pikachu” – esgotaram muito rápido.)

“WiFi Ralph” (que estréia em 3 de janeiro) é uma graça, super engraçado e abordou a internet de um jeito inovador e sensacional. Também tivemos a chance de ver um pouco do processo criativo do filme com alguns conteúdos exclusivos, inclusive da gravação dos dubladores e podemos dizer que “Wifi Ralph” pode ser considerado melhor do que “Detona Ralph” (que já é um filme muito bom).

Depois disso, vimos uma palestra com o chefe responsável pelos curtas do Mickey atualmente, e vimos um pouco do processo criativo da produção dos curtas. Além do mais, também assistimos ao curta feito no Brasil, e o Mickey que fica no Mundo Disney em Orlando para comemorar o aniversário de 90 anos do rato mais famoso do mundo.

E então veio a parte que todos estavam esperando: as novidades sobre as produções da Disney e……. foi um grande desapontamento. Sim, teve trailer e cenas estendidas de “Dumbo” e “Mary Poppins” (inclusive com uma música do Lin Manuel Miranda, porque às vezes a Disney sabe o que o povo quer), mas eles não levaram NADA de “Aladdin” nem “Rei Leão” que já não tenhamos visto. Nem um oizinho da Beyoncé sequer. Achamos isso um grande absurdo. Melhore, Disney.

POR EXEMPLO, o painel que veio em seguida, “Vidro”, com M. Night Shaymalan, foi muito mais interessante, e a gente nem assistiu os filmes anteriores (a Thanny, que resenhou “Fragmentado” iria gostar bastante). Byzinha estava esperando por uma chance de reclamar de “Último Mestre de Ar”, mas não deu porque tinha muito conteúdo exclusivo, cenas estendidas e até um trailer novo que foi liberado pouco tempo depois.

E então veio o que todo Marvete esperou desde que eles foram anunciados: Sebastian Stan e Brie Larson. Começando com Sebastian, já vamos avisando que não teve nada de conteúdo exclusivo, apenas um compilado dos filmes da Marvel. Seb foi ovacionado e participou de uma entrevista simpática de 30 minutos falando sobre o tempo que ele “passou” na Marvel. Ele até disse de maneira ~muito convincente~ que o tempo dele como Buck Barnes chegou ao fim, e a gente ~acreditou muito~.

A melhor parte da sequência Disney/Marvel, no entanto, foi com a Brie Larson. Licença que esse momento é da Byzinha, que acompanha o trabalho da Brie desde “United States of Tara”. Em cerca de 40 minutos, Brie falou sobre como se preparou para interpretar Carol Denvers – foram 2 anos antes de realmente começar a filmar e 9 meses de treinamento para entrar em forma – comentou sobre o que estava achando de estar aqui (ela passou um dia em SP e aproveitou bastante!) e ainda mostrou um monte de conteúdo exclusivo, como o trailer estendido e uma cena SENSACIONAL que deixou todo mundo no auditório prontinho para ver o filme. Brie é uma maravilhosa, e mesmo que o painel dela tenha sido um dos mais longos com artistas, ainda ficou aquele gostinho de quero mais.

Depois disso, como esperado, muita gente saiu do auditório e finalmente Byzinha pôde sentar com as amigas. Infelizmente, o lugar era mais na frente e tinha muitas cabeças, mas vida que segue. Antes do painel da Sony começar, foram distribuídos óculos de sol de MIB, e os rumores de que o elenco de “Homem-Aranha – Longe de Casa” iria aparecer estavam deixando todo mundo ansioso. Brasileiro ama um spoiler, gente, e mal podíamos esperar para ver todo mundo lá, afinal, essa era a tal surpresa confirmada nos 45 do segundo tempo que o pessoal do Omelete falou, não era?

Errado, a surpresa, na verdade, eram surpresaS. Antes de mais nada, teve um videozinho com Chris Hemsworth e Tessa Thompson falando sobre MIB, com uma brincadeirinha sobre as canetas que apagam a memória e tudo, até que a Tessa falou “quer saber, apaga a memória deles de novo que eu vou fazer diferente” E ELA APARECEU NO PALCO, GENTE, ELA É TÃO LINDA ENGRAÇADA MARAVILHOSA gritamos muito. Ela conversou com a gente, foi uma mozona e ainda mostrou o primeiro trailer de “MIB Internacional”, que tinha até cenas no Brasil e parece ser muito engraçado, mas eles ainda estão gravando então não dava pra saber muito do enredo. O trailer já até foi liberado, saca só:

Depois dela, teve um video com os produtores de “Homem-Aranha no Aranhaverso” (10 de janeiro no Brasil), que tinham vindo na CCXP17 pra lançar o primeiro trailer, e sabe o que eles fizeram? Deixaram a gente assistir cercade 40 MINUTOS DE FILME!!! Nessa altura, nós já estávamos nos derretendo de amores pela Sony, que todo ano dava um vacilinho, ou apavorava a gente com essa parada de “NÃO VAI FILMAR NINGUÉM”. Essa animação do Homem-Aranha, além de ser com menino Miles Morales (melhor Spiderman) como protagonista, tem uma pegada de HQ bem legal que se equipara ao que a Disney fez com a internet de Ralph – inesperada e apaixonante.

Também rolaram outros trailers, inclusive de terror, porque todo o ano a Sony tem que levar trailer/cena de susto pra gente. Dessa vez, Byzinha foi mais esperta e não olhou. #trauma E então eles fizeram uma graça dizendo que o painel tinha acabado, etc e tal, mas a gente S A B I A que Tom Holland, Jake Gyllenhal e Jacob Batalon estavam em São Paulo, então a gente EXIGIU que eles aparecessem. E eles apareceram!

Primeiro veio Jacob com uma encenaçãozinha de uma ligação pra Tom dizendo que ele estava no Brasil… e aí veio Tom e os dois meninos (nenéns) ficaram embasbacados com a recepção do público, porque não vou negar que a gente foi à loucura. Honestamente, que momento! Disney/Marvel who?????? Como sempre, os outros estúdios da Marvel sendo muito mais interessantes! Eles tinham saído do meio da gravação para encontrar a gente, e eles trouxeram um trailer rudimentar mega exclusivo que não tinha nem legenda de tão última hora que tinha sido feito pra gente ter uma vaga ideia do que esperar de “Longe de Casa” e vamos avisando… que vai ser tão da hora quanto o primeiro filme!!! Se continuar do jeito que está, com certeza vai ser topzera de mais!!!

Foi depois do trailer que chegou o Jake Gyllenhal pra falar do personagem dele e do relacionamento que ele tem com os outros atores do elenco, assim como o papel do seu personagem em relação ao Peter. Honestamente, depois do epic fail do aquecimento global que impediu Tom Hardy de vir divulgar “Venom” em 2017, em 2018 a Sony ENTREGOU. Eles se despediram com mais gritaria e empolgação, e depois disso, resolvemos sair do auditório, porque não estávamos muito interessadas nos paineis da Netflix, especialmente porque Ellen Page não tinha sido confirmada em “Umbrella Academy” e a surpresa do sábado já tinha acontecido, então o que temos a ver?

(bem, depois, como devem saber, aconteceu que Ellen Page FOI no painel de “Umbrella Academy” e Byzinha ficou boladona na madruga, pode apostar)

Enquanto isso, Hypia tava na Artists’ Alley atrás dos autógrafos todos que ela mostrou no Instagram do WT – Jefferson Costa e Rafael Calça, autores da graphic novel “Jeremias: Pele” – que a gente achou muito bem feita; Pachá Urbano, autor dos quadrinhos “As Traumáticas Aventuras do Filho do Freud”; Alexandre Beck, autor das tirinhas do personagem Armandinho; os gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá; Denis Mello, autor do quadrinho “Teocrasília”, que chamou bastante a atenção; Germana Viana, autora do quadrinho “As Empoderadas”; Fernanda Nia, criadora dos quadrinhos “Como eu realmente”; e Carlos Ruas, do “Um Sábado Qualquer”, “Mundo Avesso” e “Cães e Gatos”, além de outros trabalhos. Ela queria autógrafo do David Lloyd, mas havia distribuição de senha, e não conseguiu lugar na fila.

Conseguimos visitar algumas das lojas; Riachuelo, Imaginarium, Legião Nerd e Pop Funko tinham muita coisa legal à venda; roupas, itens de decoração, acessórios, action figures e muita coisa muito bacana.

Na área da Warner, as atividades das quais pelo menos uma de nós participamos foram as de “Aquaman”, “Shazam!” e “Detetive Pikachu”; a atividade de “Aquaman” era a exibição do trailer em uma cabine imersiva, onde parecia que você estava no fundo de um aquário e dentro das cenas; na atividade de “Shazam!” a missão era gritar SHAZAM! o mais alto e forte que você conseguisse, e ganhava um brinde se o grito fosse acima de uma certa altura; no espaço de “Detetive Pikachu” você conseguia uma foto ao lado de um Pikachu incluído digitalmente. Estavam distribuindo posteres e bolsas, mas infelizmente só tinham os posteres quando chegou nossa vez. Tinha muito mais coisa, e infelizmente não conseguimos participar de tudo como gostaríamos por conta da lotação.

Último dia: DOMINGO

No domingo não tivemos grandes dificuldades para conseguir vaga no auditório. Chegamos entre cinco e meia e seis da manhã e já tinha bastante gente, mas ainda tinha algum espaço e ficamos mais ou menos no meio da fila. Nessa altura do evento, estávamos vivendo na base de três horas de sono por dia, muito café e Coca-Cola, então imaginem só o tamanho da exaustão. Para completar, estava um frio difícil de entender para pleno dezembro no Brasil e nem nossas cobertas estavam dando conta da situação na fila. Esperar dar ~9h pra poder entrar no auditório foi tenso, mas era o último dia e já estávamos lá mesmo! #FFF

A primeira atração no auditório naquele dia foi o painel da Warner, e teve conteúdo sobre várias produções: entre elas uma olhada no making off de “IT: A Coisa – parte 2”, “Anabelle”, trailer de “Godzilla 2” e a participação do ator Justice Smith de “Detetive Pikachu”, com o mesmo trailer que já foi divulgado, e uma entrevista que foi bem divertida falando sobre a experiência dele durante as filmagens e como ela diferenciava de outros trabalhos dele.

Também teve exibição de “Creed II”, com presença do Michael B. Jordan, Tessa Thompson e Florian Munteanu logo antes para bater um papo conosco. Mesmo sem ter visto o primeiro “Creed”, e sem ser fã de lutas, ainda é possível achar o filme divertido e empolgante, com uma trilha sonora MARAVILHOSA. Caso você vá assistir o filme (que estréia dia 24 de janeiro), fique de olho numa ceninha especialmente emocionante depois da última luta.

E também tivemos o painel da DC, cuja principal atração era o Zachary Levi de “Shazam!”, ele trouxe conteúdos exclusivos, como uma cena estendida ainda não concluída – como tinha sido com “Fênix Negra” – que mesmo assim deixou a gente muito empolgado. Se você ainda não leu “Shazam!” do Novos 52, que é a base do filme, por favor, leia! Além do mais, Zach é o maior mozão do mundo e todo mundo tem que apreciá-lo melhor.

O que a gente mais queria aconteceu e rolou um teaser exclusivo de “Mulher Maravilha: 1984”. Foi bem curtinho e fora de contexto, nos deixando ainda mais curiosos. O elenco do filme junto da diretora mandou um recado sobre a produção de WW1984 pra nos intrigar e dar aquela fé que quem sabe eles não estarão entre nós na edição de 2019 da CCXP? One can dream.

Por último, teve um recado do elenco de “Aquaman” e também mostraram a cena estendida da primeira luta de Aquaman e Raia Negra. Em geral, o painel da Warner foi um dos mais divertidos desta edição da Comic Con, incluindo as coisas que eles trouxeram antes do domingo. Eles exibiram DOIS filmes, se esforçaram para trazer elenco de 3 filmes, recados do elenco de outros filmes, e ainda por cima quase conseguiram ter sucesso absoluto num holograma ao vivo com Jason Momoa. Assim como a Sony, Warner está mesmo de parabéns nessa CCXP.

Universal Pictures trouxe conteúdo de “Como Treinar Seu Dragão 3” – cenas, trailer e entrevista sobre o processo criativo. Agora, vamos ser sinceras, meninas que não vão assistir CTSD3 porque têm certeza que vão chorar, pode add a Byzinha. Todas as cenas que mostram pra gente, mesmo as que eram mais descontraídas, doíam no peito porque é o último filme (teoricamente?) e como não lemos os livros, tememos pelo pior.

Quando chegou a vez da Netflix, ela trouxe uma exibição de “Bird Box” e painel com os protagonistas, Sandra Bullock e Trevante Rhodes chegando para bater um papo logo depois. Por causa do cansaço e optando por priorizar ver os paineis com os atores, a gente acabou cochilando durante uma boa parte do filme, mas assistimos depois e achamos maravilhoso! Durante o painel, a Sandra Bullock pediu que as pessoas lá no auditório cantassem parabéns para os filhos dela que estavam fazendo aniversário naquele final de semana, e ela se mostrou bem emocionada enquanto todo mundo cantava. Na entrevista, foi discutido um pouco do processo de criação do filme, e a Sandra comentou que, pra ela, o filme representa o quanto a maternidade é uma tarefa difícil, nada glamourosa e com muito mais luta do que normalmente contam.

O painel de Power Rangers também foi bem bacana, com participação de atores e atrizes que interpretaram Power Rangers em diferentes gerações, e conversaram sobre várias coisas ligadas ao programa. Teve exibição de cenas que foram comentadas pelos atores e como foi o sentimento de fazer os episódios de cross over. Todo ano, a CCXP traz alguém de Power Rangers, e esse ano eles realmente capricharam (apesar de ter posto o painel no domingo ter sido uma surpresa pra gente).

E por fim, a Netflix voltou com o tão esperado painel de “Stranger Things”, com Caleb McLaughlin (Lucas), Sadie Sink (Max) e Noah Schnapp (Will).

Antes de começar propriamente, teve um video com os elencos da maioria dos originais da Netflix, inclusive de “La Casa de Papel”, outro grande hit. Esse ano, o formato dos paineis da gigante de streaming foi diferente, e como não ficamos no sábado para saber como tinha sido exatamente, não podemos dizer com certeza se o que vamos comentar aqui procede, mas acontece que sentimos muita falta de conteúdo de outras séries/originais. Ficamos esperando algo de “3%” ou “The OA”, ou talvez de “3Bellow”, já que em 2016 eles fizeram questão de mostrar o primeiro episódio de “Trollhunters” pra gente. O fato é que se eles passaram esse conteúdo só no sábado, quem só tinha ingresso de domingo ficou sem ver, mesmo tendo assistido dois painéis da Netflix – diferente da Warner, que mostrou alguns conteúdos na sexta E no domingo.

MAS FALANDO DOS NENÉNS, o painel com as crianças de ST foi bem divertido, mesmo não trazendo nenhuma ceninha se quer da terceira temporada, como estávamos esperançosos de ver (considerando que a série volta no verão de 2019). Nós revimos algumas cenas memoráveis e os atores falaram sobre como foi filmá-las e como é o ambiente no set, como Sadie se adaptou sendo a “nova garota” e como é o relacionamento deles. Com várias piadas e brincadeiras entre os três, deu pra morrer de amores pelos três e querer adotar todos. Também foram revelados os títulos dos episódios da terceira temporada, como vocês já devem ter visto, porque a Netflix é eficiente nessas paradas.

Nós salvamos algumas das lives que fizemos nos instagram, e você pode conferí-las bem AQUI. Além disso, tudo que postamos no stories está no destaque “CCXP 2018” do nosso IG, então se quiserem dar uma olhada, bora conferir! (afinal, postamos mais lá do que no feed ^^’)

A sensação ao ir embora depois do final do evento era de ter passado por uma experiência realmente incrível. Infelizmente não conseguimos acessar a área da HBO e da Fox por conta de filas, e atividades na Warner que a gente gostaria de ter aproveitado lotaram antes que a gente conseguisse vaga, contudo, a logística dentro do pavilhão parece estar muito melhor e tudo estava tão lindo, tão arrumado! (embora as filas do lado de fora tenham deixado a gente meio :/ mas vida que segue) Legitimamente o melhor ano até então.

A CCXP continua a ser um espaço que, pra nós, representa a liberdade de expressar o quanto a gente gosta dos conteúdos de cultura pop que a gente ama, a possibilidade de conhecer gente que gosta dos mesmos materiais que a gente, e um ambiente de diversão, felicidade, empolgação e relaxamento – ok, as filas não ajudam muito a relaxar, e mesmo assim ainda é maravilhoso estar lá. Ver vídeos feitos lá depois de voltar pra casa e relembrar tudo traz um sentimento muito agradável; a gente já tá no modo “Quero mais!”, e em 2019 muito provavelmente estaremos lá de novo.

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1 Comment

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    Campus Party 2019 #CPBR12 - Who's Thanny?
    09/03/2019 at 1:51 pm

    […] cordão da credencial tinha estampa com tema de Steven Universe – e a entrevista da Rebecca Sugar na CCXP18 era tudo em que eu conseguia pensar quando vi a […]

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