Coluna

Novas séries: o tempo de se apaixonar #3

Por Byzinha, Jully e Gi

novas séries

Todo começo de temporada é assim. Você já está atrasado com as 878756487 séries que resolveu assistir na mid-season, mas fala aquele inocente “vou ver só o piloto para saber como é.” Nossa equipe está de volta para contar pra vocês sobre algumas das séries que estrearam faz pouco tempo e já ganharam nosso coração. Vertente da coluna “O que tem de bom na TV?”, esperamos que vocês caiam de amores assim como nós caímos.

Prepare-se para aumentar sua lista do banco de séries.

Extant

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Ficção científica de altíssima qualidade – é como podemos descrever Extant. Num mundo muito parecido com o nosso, mas muito à frente do nosso, conhecemos a astronauta Molly (Halle Berry). Depois de muitas tentativas frustrada para engravidar, Molly topou fazer uma viagem de campo que durou 13 meses, coletando e analisando o solo em diferentes lugares do espaço. É no meio dessa viagem que algo muito, mas muito estranho acontece e quando retorna à terra Molly está: grávida. Quer dizer, ????????????????. E aí? Como explicar tudo para o marido John (Goran Visnjic) e o filho adotivo Ethan (Pierce Gagnon) – que, na verdade, é um androide desenvolvido pelo marido dela -, sendo que nem ela sabe como isso pode ter acontecido? E como explicar e obter respostas da empresa onde ela trabalha, especialmente depois que ela recebe algumas visitas muito estranhas lhe alertando que ela não deveria confiar em ninguém?

Recheado de ação e suspense, Extant é, tipo assim, muito bom. E bem diferente das ficções científicas que temos visto por aí. Halle Berry está/é maravilhosa e Pierce Gagnon é um pequeno prodígio (não que já não soubéssemos, essa equipe assistiu Looper). Extant vai ter 13 episódios e é produzido pelo canal CBS.

Faking It

Liam, Karma and Amy

Em um mundo onde ser hétero não é mais tão “legal”, duas amigas decidem que vão fingir ser um casal de lésbicas no colégio para serem populares. O problema é quando uma delas descobre que não está mais fingindo, e que na verdade tem sentimentos verdadeiros por sua BFF. Faking It é da MTV, e fala sobre dúvidas que todos os adolescentes passam nessa fase, onde querem se encaixar, querem um mundo melhor, querem amar, querem chamar atenção e muito mais. Apesar de amar (e ao mesmo tempo odiar) o Liam, não tem como negar que Amy e Karma possuem uma química avassaladora e torcer para que Karmy seja real. Logo nos primeiros minutos da série eu já estava apaixonada, e ao final do oitavo episódio eu já estava pedindo por umas mil temporadas.

Finding Carter

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Ultimamente a MTV vem acertando bastante, na minha opinião, nas suas produções. A estreia que me marcou esse ano foi Finding Carter, que vem se mostrando maravilhosa desde o episódio piloto até agora – com 10 episódios até então. A série conta a história de Carter, menina que aos 16 anos descobre que tinha sido raptada aos 3, e é devolvida para sua família biológica, tendo que se adaptar a nova vida, aos novos amigos, e lidar com a falta e a saudade que sua “mãe”-sequestradora faz. A primeira coisa que me chamou atenção foi ser protagonizada por Kathryn Prescott, eterna Emily de Skins UK (minha série preferida da vida). Junto com ela, o elenco inteiro maravilhoso, super afinado, daqueles que te fazem entrar dentro da história e amar e odiar cada um deles, em diversos momentos, como se fossem amigos próximos. Prepare o seu coração pra se apaixonar por Max e Crash… E gente. O elenco é tão maravilhoso que faz a Kat ficar de coadjuvante. Seriamente. Aliado a isso, uma trilha sonora que faz você amar cada música, e conhecer muitas bandas novas… Enfim, só o que tenho a dizer é: assistam. Vale cada segundo!

Friends With Better Lives

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Sinceramente, não confio mais em comédias da CBS – toda vez que eles conseguem uma trama divertida, com personagens legais que te fazem rir, os executivos vão lá e cancelam, estragando sua vida e te obrigando a dizer adeus praquela galera tão legal que você tinha aprendido a amar. Foi assim com Partners e foi assim com Friends With Better Lives. Estrelada por James Van Der Beek (da também finada Don’t Trust the B in Apt. 23), a série contava a história de um grupo de 6 amigos com vidas completamente distintas, e que sempre se viam em situações inusitadas para o deleite de quem assistia. Tinha muitas piadas sexuais, coisas desconfortáveis e outras coisas forçadas, mas era divertido. Pra caramba. E morreu com apenas uma temporada. É um cancelamento que não vou perdoar tão cedo. Saudades já, viu. :(

The Night Shift

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A produção da NBC parecia mais uma cópia de Grey’s Anatomy que pretendia catar uma audiência marota com o procedural médico – e provavelmente é isso mesmo. Entretanto, Night Shift acabou sendo uma série divertida pra caramba, que aposta direito nos casos de que trata e consegue captar a atenção e empatia do espectador. Sério mesmo, tinha começado a ver simplesmente pelo Eoin Macken (de Merlin), e acabei chocada. Logo no piloto deu pra perceber que Night Shift não veio pela zoeira, e me fez pensar “eita que essa série não é ruim?”. E conseguiu catar a já citada audiência, visto que o drama que gira em torno de pessoas que trabalham em um hospital do Texas está com a segunda temporada garantida.

Young and Hungry

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Na nova aposta da ABC Family, Gabi é uma chef de cozinha que TUDO de desastre que você conseguir imaginar, acontece com ela. Desde dormir com o boss (Josh, um empresário milionário que fez sua fama com tecnologia), fingir ser lésbica, achar que está grávida, se apaixonar por um cara mais novo, enfim, resumindo, a vida dela é tudo que aconteceria em um pesadelo. A série contém participações de praticamente toda a Disney: Emily Osment (Lilly de Hannah Montana) no papel principal, Ashley Tisdale com participação especial E sendo produtora da série, e Jesse McCartney como o super-gato-e-nerd Cooper, namorado de Gabi. Com participação constante também temos Yolanda (Kym Whitley), a empregada de Josh, e Elliot (Rex Lee), publicitário de Josh, ambos que vivem se aproveitando da vida ryca de surpresas do boss. Juro para vocês que depois de uns três episódios vocês aprendem a ignorar a voz da Emily Osment, e a série apesar de bobinha (como todas da ABC Family) se torna engraçada pelos absurdos que Gabi passa.

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