Música

Laura Marling

Laura Marling é uma cantora inglesa de folk conhecida por compor canções maduras para sua idade. Só essas informações não bastam pra fazer você entender o quão magnífico o trabalho dela é.

Olhando para sua imagem franzina e acolhedora, Laura Marling engana olhos bobos, que não enxergam, a princípio, seu grande potencial. Com uma voz que destoa de cantoras pop da atualidade, ela possui não só o talento vocal, mas um dom artístico excepcional.

Seu primeiro álbum de estúdio, Alas, I Cannot Swim, indicado ao Mercury Prize em 2008 ainda é um dos meus favoritos, mesmo depois de ouvir críticas sobre os álbuns seguintes, onde, dizem, serem mais maduros e musicalmente melhor produzidos. Faixas como a que dá título ao cd representam perfeitamente a proposta de Laura: cantar as coisas mais simples, dolorosas e que ecoam não só na cabeça das pessoas, mas que nos privamos de dizer em voz alta.

There’s a life across the river that was ment for me. Instead I live my life in constant misery. There’s a life across the river, but I do not see, why I should please those who will never be pleased?

Sua carreira deu-se inicio quando, aos dezesseis anos, participou como backing vocal na banda Noah and the Wale no álbum Peaceful, the World Lays Me Down (que você deveria, sim senhor, sair correndo para ouvir).

Seus trabalhos seguintes são I Speak Because I Can, de 2010, A Creature I Don’t Know de 2011 e, seu mais recente projeto, Once I Was an Eagle que saiu em abril deste ano. Entre várias indicações, ganhou alguns prêmios, incluindo um Brit Awards em 2011 como Melhor Cantora Britânica e de Melhor Artista Solo, pela NME.

Suas composições são comparadas ao talento inesgotável de Joni Mitchel e Laura é considerada uma das jovens mais talentosas de sua época. Laura fez sua primeira passagem pelo Brasil em 2011, em um festival que contava também com Jack Johnson e Jamie Cullum (só amor).

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