Evento

Comic Con Experience – #CCXP2014

Por Hypia

E tô aqui de novo a pedido da By, desta vez pra contar sobre esse evento que me deixou com vontade de estar nele desde que anunciaram que ia acontecer: Comic Con Experience 2014, ou simplesmente CCXP.

A surtação começou a aumentar conforme confirmavam quem vinha, e em cinco de dezembro, onze da noite, estou eu num ônibus de Ribeirão Preto pra São Paulo pra visitar essa convenção no sábado e no domingo. Uma das principais chamadas pro evento era a hashtag #VaiSerÉpico – e dá pra dizer que essa promessa foi cumprida.

Cheguei no terminal Tietê mais ou menos quinze pras quatro da manhã, e procurei um lugar onde me acomodar e onde pudesse estar suficientemente segura pra ler meu Percy Jackson até a hora do metrô abrir e daí partir pro Centro de Exposições Imigrantes. Mas o plano de ler ficou de lado quando ouvi, a menos de dois metros de distância de onde eu estava, três mulheres conversando com dois caras sobre por que machismo é um problema e por que feminismo é importante. Fiquei super feliz de participar junto com elas dessa discussão, do lado das feministas, claro – e sobre isso, adorei os posts especiais sobre esses temas que foram feitos aqui no WT recentemente!

Tentativa de diminuir um pouquinho o world suck realizada, umas quinze pras cinco da manhã me despedi das pessoas feitas de awesome e fui pro lugar que a sinalização com a palavra “Jabaquara” indicava. Cheguei mais ou menos cinco e meia da manhã na última estação da linha azul do metrô da capital. Fui localizar onde eram as saídas, procurar se tinha guarda-volume aberto pra deixar minha bolsa com coisas que eu precisaria lá (roupas, produtos de higiene pessoal, etc), verificar as baterias da câmera, etc, enfim, enrolar um pouco até achar mais gente indo pra convenção, porque estava razoavelmente cedo. Saí dali umas dez pras seis da manhã, quando achei um cara e uma menina indo pra lá, com quem dividi um táxi, que inclusive custou menos do que eu tinha previsto. Pronto, seis da manhã lá estava eu na fila da convenção.

Entrei quase dez e meia da manhã no local, e se quisesse ter visto Operação Big Hero, eu teria conseguido sem problemas – as filas pra entrar não estavam tão grandes assim naquela hora, mas o plano era estar na aula sobre quadrinhos que o Sean Murphy, autor de Punk Rock Jesus (“PRJ”, pra encurtar) ministraria. Fiquei bastante triste de não ter conseguido autógrafo ou foto com esse quadrinista – o que é até irônico, já que a confirmação de que ele vinha foi uma das notícias que tinha me deixado mais empolgada pra ir. Teve um painel com ele sobre Vampiro Americano na quinta-feira, essa aula no sábado, e ele também teve um espaço na Artists Alley, uma área para artistas que trabalham com quadrinhos – só atentei pra lista de nomes lá no domingo, e quando vi o nome dele na lista de autores naquele espaço e passei por lá ele não estava no local. Eu realmente achava que ele não fosse estar tão acessível quanto esteve, mas óbvio que nenhum artista ficou plantado lá o tempo todo, sempre tinha uma ou outra mesa vazia.

Estranhei muito não terem revistado bolsas/mochilas pra conferir se ninguém tinha nada perigoso; tudo bem que nesse tipo de evento é pouco provável que aconteça algo que exija uma intervenção mais pesada do pessoal da segurança, mas nem uma lista de itens proibidos foi colocada. Em todos os outros eventos com mais ou menos a mesma quantidade de pessoas que este onde estive teve fiscalização. A pulseira branca ali na foto eu descobri depois que era necessária só pra quem ia ver Operação Big Hero, então, entreguei pra pessoa mais próxima que ia ver mas não tinha recebido uma ainda. É outra coisa que nunca tinha visto acontecer, não identificarem todo mundo que estava ali pra participar do evento.

O que eu estava mais animada pra ver no sábado eram os painéis. Eram dois auditórios – o menor foi chamado de “Ultra”, e o maior e principal foi chamado de “Thunder”, com uma programação pra todo mundo ficar contente. Em vez de ir pro auditório Ultra, onde ia ser a aula, fui pra área onde alguns artistas convidados iriam atender pra foto e autógrafo assim que recebi mensagem de uma amiga avisando que ia pra lá, e fui vê-la.

Aqui cabe uma pausa pra refletir sobre os valores que estavam cobrando pelos chamados “Meet and greet” com pessoas convidadas, que alguns chegavam a superar o preço da meia entrada do dia do evento. Atender fãs é parte do trabalho de artistas, e todo mundo que trabalha merece ser pago por isso. PORÉM… Teria sido bem mais interessante que tivessem cobrado um pouco mais em cada ingresso e organizado as filas pra foto e autógrafo de outra forma, em vez de vender esses convites à parte. Outro ponto negativo pra organização: para artistas mais concorridos, venderam os convites somente no próprio dia em que fossem atender, o que também poderia ter sido planejado melhor.

E vou fazer um comentário sobre algo que achei bem bacana: a distribuição das atividades entre os dias ficou bastante boa. Não fizeram a burrice de colocar todas as atividades mais concorridas no mesmo dia, ficou equilibrado – e ainda que quem quis mais tranquilidade ali e podia ir na quinta ou na sexta, se deu bem.

Depois que ela comprou bilhetes pra tirar foto e pegar autógrafo com o Sr. Khal Drogo, fomos circular um pouco pela convenção. E como tinha coisa pra ver! Action figures, estátuas, réplicas, muita gente em cosplays dos mais legais possíveis, mas também uma quantidade incrível de filas. Eu estava com bastante vontade de tirar uma foto na réplica do Trono de Ferro, mas muito mais gente também, e preferi ver mais coisas junto com a minha amiga em vez de aguardar na fila ali. Paciência era algo que quem queria participar dessa convenção tinha que ter de sobra.

Fui pra fila do salão Thunder no sábado mais ou menos meio dia e quarenta, pro painel que era às 13:30 sobre o universo de Senhor dos Anéis e The Hobbit, e fiquei ali até o final do painel sobre Vingadores 2: A Era de Ultron. E se eu tivesse ido mais tarde, havia chance de não ter conseguido vaga pra entrar.

Sobre os painéis de sábado que eu visitei, todos no Auditório Thunder:

13:30hrs, “Lembranças da Terra-Média”

Esse foi um dos painéis mais legais do dia. O mais interessante neste foi ouvir sobre a experiência da realização dos filmes, como foi participar de um projeto tão épico quanto esse.  E todo mundo ali tava maluco pra ver o último The Hobbit no dia seguinte, então o clima tava incrivelmente divertido.

E, Sean Astin + Juramento Goonie EM PORTUGUÊS = Amor.

Sobre a organização do evento: quem entrava no auditório podia ficar o quanto quisesse sem precisar sair e retornar, e teve quem ficou de fora e reclamou. Quem queria ver os mais disputados ficou na sala com bastante antecedência, e praticamente não tinha intervalo entre uma atração e outra, então ficava difícil de organizar de outra forma. E agora mais um ponto negativo sobre a administração do evento: no sábado, não deixaram tirar quaisquer fotos dentro dos painéis, coisa que no domingo permitiram – exceto, claro, durante o filme. Amigos, ou deixem em todos, ou deixem em todos, por favor. A ideia era não vazar nada de conteúdo exclusivo que mostrassem; a solução é orientar melhor o pessoal da equipe pra prevenir isso, assim todo mundo fica contente.

Depois desse, começou o painel que foi o mais OMFG! do dia:

14:30 h, “Crônicas de Game of Thrones”

Jason Momoa era uma das pessoas que eu mais queria ver ali – e durante o painel a sensação era de que eu tava alucinando. Sabe quando a coisa acontece exatamente do jeito que você tava torcendo pra ser mas achava que ia ser completamente diferente? A entrevistadora conduziu a conversa bastante bem, e o bom humor do Aquaman/Khal Drogo/Conan na frente do público estava ali. Pelo que tem sobre ele na internet, dá pra saber que ele é incrivelmente carismático com o público, e realmente me surpreendeu o quanto tudo foi bastante informal.

Fizeram duas perguntas que eu achei importantes de registrar aqui. A primeira: quiseram saber quem ele acha que deveria ocupar o Trono de Ferro e obviamente a resposta foi “Daenerys”. A segunda: perguntaram qual personagem da série que ele gostaria de interpretar se pudesse fazer qualquer papel. E o ator inventa de responder “Tyrion”. Torci pra que alguém dissesse pra ele algo parecido com “Cara, você tem certeza? Prestou bem atenção no que você disse?”. Ele ter abraçado ali uma fã que estava entre as pessoas que foram fazer perguntas pra ele foi algo que todo mundo achou muito legal da parte dele. Sabe um artista que se comportou exatamente do jeito que a maioria do público daqui do Brasil gosta? Então, é ele. Na sexta ele tinha circulado pela convenção no meio da galera, fez selfie com várias pessoas, cumprimentava todo mundo, tratou as pessoas ali na convenção super bem e com muita educação – melhor que muita gente até menos famosa que ele que são uns esnobes e fazem questão de não se misturar, apesar de “ser uma pessoa legal com os outros” fazer parte do trabalho deles.

Gritos, tietagem, muitas risadas, e um painel que tava difícil ter sido melhor.

15:30 h, “Por dentro da Operação Big Hero”

Não sei se foi por eu não ter dado tanta importância assim pra esse lançamento em comparação com outros, só fiquei nesse painel porque depois tinha Pixar e Avengers. Aproveitei pra ir ao banheiro do auditório, olhar celular, enfim, me distrair um pouquinho até o próximo. O filme pelo jeito tá bem legal sim, afinal de contas é Marvel e Disney, a chance de dar errado é bem pequena. Provavelmente vou ver esse filme no cinema quando lançarem.

16:30 h, “A divertida mente da Pixar”

Agora sim, atenção total!

Já que o Sr. Walt Disney não é mais vivo faz tempo, acho que ver o presidente da Pixar ao vivo foi o mais perto disso que acho que dava pra chegar. E eu esperava que ele falasse muito mais, mas deixou os vídeos que mostraram falarem por si próprios.

Mostraram um vídeo sobre a Pixar, e também o curta-metragem “Lava”, que vai ser mostrado nos cinemas junto com o filme Divertida Mente, e minha cabeça já ficou imaginando maneiras de enquadrar essas lindezas na famosa “teoria Pixar”, que era algo que não só eu mas muita gente tava torcendo pra que perguntassem. Até gente gritando “Teoria Pixar” teve enquanto organizavam a fila pra fazer perguntas. Confirmação de mais Toy Story, Procurando Dory Os Incríveis 2, coisas que já tinha muita especulação sobre mas nada oficial. Painel foi pra deixar qualquer um que goste das animações da Pixar bastante feliz.

Sobre o filme Divertida Mente, mostraram alguns minutos do filme e fiquei com bastante vontade de ver completo.

E depois desse painel começou o último que vi no dia.

17:30 h, “Avante, Vingadores! A era de Ultron está sobre nós”

Eu achei esse painel um pouquinho abaixo do que eu tava esperando. Faltou vir alguém ligado ao filme ou mostrarem algo exclusivo, aí teria ficado melhor. A abertura desse painel pelos apresentadores do Omelete foi muito boa, tudo o que eles disseram foi coisas com as quais a gente conseguia se identificar e pelo menos pra mim passou a impressão de que realmente se importam com o público e gostam do trabalho que fazem.

Estava MUITO concorrido, a chance de quem não já estava ali na hora do painel da Pixar ter conseguido lugar foi muito pequena.

Teve o vídeo sobre as fases 1 e 2 da Marvel, e o trailer estendido do Era de Ultron, e pra todo mundo invejar, um fã foi convidado pra fazer parte da equipe do Omelete e ir pra Londres cobrir evento do filme. Só teve que acertar quais eram as joias do infinito – espaço, mente, alma, realidade, tempo e poder.

Bom, encerrado esse painel, fui andar dentro da convenção mais um pouco. Confesso que sou uma total covarde, então fiz questão de não me demorar pra ir logo pro hostel onde eu me hospedei. A fila pro transporte do evento até o metrô estava enorme, mas andava rápido, então não foi tão incômoda.

“Por dentro de Game of Thrones” em promoção no estande da Editora LeYa por R$ 29,90 foi um super achado, e comprei junto o volume 1 da graphic novel de Game Of Thrones. O plano era gastar o menos possível – eu e minha família estamos com uma viagem planejada pro final de dezembro, então o ideal foi poupar o cartão de crédito.

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Chegando ao hostel, tive a sorte de dividir o quarto com uma outra visitante da convenção, a Fernanda. Por algum tipo de milagre, não tive dificuldade pra fazer amizade com ela – começamos a conversar e a vontade era continuar conversando até a hora de sair dali de novo. Eu tinha chegado umas oito e meia da noite no hostel, e ela chegou umas duas horas depois, e a gente continuou acordada até mais ou menos meia noite – não dava pra ficar tagarelando mais porque a gente precisava dormir. Despertadores ajustados pra quatro da manhã, mas acabamos saindo dali só lá pelas cinco e meia. E acabou que era melhor ter saído mais cedo mesmo, porque já tinha, pelas contagens/estimativas ali, mais de mil pessoas. Na foto abaixo dá pra ter noção de como a gente ficou longe do local quando chegamos.

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E foi graças a minha colega de quarto que eu consegui entrar pra exibição de The Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos. Acontecia o seguinte: o comprovante do ingresso de quem tinha comprado online tinha que ser trocado na bilheteria pelo passe definitivo, o que era meu caso – no sábado isso não foi um problema, mas no domingo era quase certo que isso teria custado meu lugar na sessão pela quantidade de gente que já tinha ali. Quem tinha o ingresso oficial em mãos já ia direto pra fila de entrada, não para a bilheteria primeiro. O problema era que não estavam fazendo essa troca antes da data – ingresso pra sábado só era retirado no sábado e o de domingo somente no domingo – a não ser pra quem tinha comprado entrada pros quatro dias, aí entregavam todos juntos. Soube de gente que tentou no sábado retirar antecipadamente o ingresso pro domingo mas não conseguiu. Agora a parte em que tive uma quantidade de sorte absurda: a Fernanda contou que trabalha em uma agência de publicidade e tinha com ela ingressos do tipo que foram para sorteios de cortesias, e ela gentilmente me deu um, e assim não precisei passar pela fila da bilheteria naquele dia!

Na hora que entregaram as pulseiras que davam acesso à exibição do filme, o clima de quem tava dentro era “Ganhamos a Copa do Mundo, somos medalhistas olímpicos e ganhamos um prêmio Nobel”. Os gritos de “Eu consegui!” e de “Vai ser épico” não vão sair da minha cabeça tão fácil. Mas muita gente que tava dentro ainda reclamou da desorganização: pra resumir, gente que tinha chegado bem mais cedo – e bem mais tarde também – que a gente acabou ficando em lugares bem próximos, tava bem bagunçado.

Richard Armitage, também conhecido como Torin Escudo de Carvalho, lá na convenção também foi um show à parte.

Não vou contar nada sobre o filme. Só vou adiantar que nesse não tive aquela sensação de “Por favor,  mais agilidade!” que muita cena de Desolação de Smaug me deu, e infelizmente só não aproveitei ainda mais o filme porque o horário de acordar pra estar lá não ajudou pra conseguir descansar o suficiente. Tá um filme incrivelmente lindo e pra lá de bem feito.

Saí da sala depois do filme, em vez de ficar pro painel da Warner. Apesar de eu ter achado meio absurdo cobrarem a mais pra te deixarem pegar autógrafo de convidados, paguei pelo “Meet and greet” com o Jason Momoa, que seria às 17:30, e fui encontrar outra amiga minha, a Rosana, que também foi super divertida. Fomos pra praça de alimentação, e depois pro auditório Thunder pro painel das 15:30, “Jason Momoa – de Atlantis a Atlântida”.

(Por gentileza, façam de conta que estou olhando pra câmera.)

Como se o painel de Game of Thrones no sábado não tivesse sido o suficiente, o futuro Aquaman também foi super bem na entrevista do domingo. O foco não era a série da HBO, mas foi um assunto que teve mais destaque do que eu achava que teria nesse painel, e falaram menos do papel de Aquaman do que eu gostaria. Desta vez ele não se contentou em cumprimentar apenas uma pessoa, saiu do lugar onde estava no palco e foi até perto das pessoas na fila para perguntas, e foi um poço de simpatia com a galera ali.

Sobre os paineis, só uma ressalva sobre as legendas nos telões. Estavam bem feitas? Sim, achei impressionante como conseguiam fazer a tradução praticamente simultânea das conversas e colocar pro público com uma qualidade até bem legal. Felizmente, compreendo inglês o suficiente pra ter conseguido acompanhar quase tudo o que falavam sem prestar tanta atenção aos telões, mas pra tentar pegar uma ou outra coisa que eu não tivesse entendido e quisesse ver como legendaram, sem chance, impossível. #Partiu praticar listening pra entender 100% ano que vem.

Depois desse painel, fui pro auditório Ultra pra um painel marcado pra 16:30 h, “O que elas querem? Um olhar sobre a mulher na cultura pop”. As apresentadoras abriram o painel comentando sobre aquilo que quem se interessa por feminismo sabe que é um dos principais problemas quando o assunto é mulher e cultura pop: visibilidade/representatividade. Foi incrivelmente importante que um painel desse tivesse acontecido, mesmo que num salão menor ali, porque demonstra que quem organizou tem consciência de que somos um público significativo e merecemos atenção.

Antes do painel onde eu estava terminar, saí pra ir até a fila da sessão de autógrafos do Jason Momoa. Tudo o que eu queria era poder ter ficado mais tempo ali e conversar mais com ele – o pessoal da segurança não deixava ninguém se demorar, mas eu tinha muito mais coisa pra dizer. Eu achava que não ia conseguir dizer meia palavra na frente dele, mas consegui elogiar os paineis enquanto ele assinava minha graphic novel, dizer que achei as entrevistas incríveis, e ele ficou contente por isso, contei que na minha família não sou só eu que vejo série dele, e ia dizer que tô animada pra vê-lo interpretar o Aquaman, elogiar por ele ter sido super simples ali na convenção, enfim, tietar bem mais, mas tinha outras pessoas pra ele atender então não me deixaram continuar ali mais tempo. Por sorte, eu tava por perto quando esse visitante saiu da sala de autógrafos e cumprimentou quem tava do lado de fora. Liguei minha câmera imediatamente e consegui a que considero a minha foto preferida de toda a convenção:

E esse gif resume como eu tava ali naquela grade:

Queria um abraço mas não aconteceu; pessoal da segurança talvez tivesse me arrastado dali ou coisa parecida. Fui encontrar outras pessoas amigas minhas depois disso – a Nathalia, a Talissa e o Pedro.

Eu, Nathalia e Talissa

Pouco depois das sete da noite, eu estava diante da placa onde estavam anunciadas as datas da convenção ano que vem – edição 2015 prevista pra acontecer primeiro final de semana de dezembro, dias 3 a 6.

 Canseira e gastança à parte, #CCXP2015, lá vamos nós, e que venha com ainda mais atrações bacanas e melhor organização!

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2 Comments

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    Comic Con Experience 2015: Foi épico! (parte 1) - Who's thanny?
    December 10, 2015 at 2:12 pm

    […] o que não contávamos era com encontrar filas logo cedo. Talvez nós devessemos ter pedido umas dicas pra Hypia, porque olha, era fila no metrô, fila pra pegar o transporte gratuito, fila pra tirar a […]

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    Aquecimento: Comic Con Experience - CCXP - Who's thanny?
    November 14, 2016 at 6:56 pm

    […] estive na edição de 2014 e contei aqui como foi, e também teve cobertura em […]

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