Evento

Comic Con Experience 2019

A Comic Con aconteceu em dezembro de 2019, e lá fomos nós – Byzinha e Hypia nos cinco dias do evento, e Cambs no domingo – pro São Paulo Expo viver uma CCXP repleta de emoções, interações e atividades incríveis.

Desta vez nossa jornada começou mais cedo, QUARTA, dia quatro, na SPOILER NIGHT:

Este foi o primeiro ano em que participamos da spoiler night desde que a possibilidade de fazer isso existe; são três horas de evento, e esse tempo passa muito rápido. Por ser uma prévia do que será a convenção, tem bem menos gente que nos dias completos do evento, então é uma boa chance de ao menos TENTAR percorrer o pavilhão pra olhar tudo. Das poucas coisas que estão fechadas nessa data, algumas delas são o espaço Creators’ e os auditórios; saber o que estaria ou não funcionando era uma curiosidade nossa, e pra nossa sorte quase tudo estava aberto, e inclusive a maioria dos criadores de conteúdo da Artist’s Alley estavam lá, e deu pra começar as compras e retirar o kit que acompanha a credencial Epic, que foi o ingresso que utilizamos este ano.

Não participamos de qualquer atividade em estandes na quarta à noite, porque, mesmo com uma quantidade bem menor de pessoas, ainda assim estava bem concorrido, e preferimos utilizar o tempo em outras atividades. Enquanto a gente estava saindo do evento, já um pouco depois das nove horas, devido à fila na retirada dos produtos que são distribuídos com o ingresso Epic, achamos praticamente impossível que todo o público tivesse conseguido sair antes de, no mínimo, dez da noite, apesar do horário de encerramento do evento naquele dia oficialmente ser às 21h.

Na QUINTA, dia cinco, fomos pro auditório Cinemark assistir a todos os paineis do dia. Saímos pra São Paulo Expo por volta das 5h, e aguardamos o início da abertura das apresentações com a homenagem ao diretor e produtor de televisão e cinema Cao Hamburger, responsável por trabalhos como Castelo Ra-Tim-Bum, Disney Club e Disney CRUJ. Além de ser uma conversa sobre a carreira dele, no painel foram mostrados alguns conteúdos da série A5 Five, que será disponibilizada pelo Globo Play, e estamos bem curiosas pra assistir.

Depois do painel do Cao Hamburger, foi a vez de um painel sobre a produção do remake de O Rei Leão, e em seguida um painel sobre a produção de Homem Aranha: No Aranhaverso. Ambos foram painéis bem técnicos sobre o processo de criação das animações e as inspirações na criação da obra. No caso de Aranhaverso, este (infelizmente) foi o único painel que a Sony levou para a CCXP 2019 e como a sequência do filme ainda está no comecinho da pré-produção, não deu para levarem nenhum conteúdo sobre. Já o de Rei Leão foi interessante, explicando as escolhas feitas pelos produtores e até com um final engraçadinho ao mostrar os “erros de gravação”.

Aconteceu um painel sobre terror japonês com o diretor Takashi Shimizu (O Grito), que falou sobre sua carreira e seu processo criativo nos filmes de terror – tanto os originais japoneses quanto as versões que ele fez para Hollywood.

O painel da Riot Games foi ótimo, com anúncio das novidades do estúdio e sobre a franquia League of Legends. Além do painel no auditório, o estande deles estava lindo e com uma programação maravilhosa, que o Omelete divulgou no site deles. O clip de How bad do you want it? da banda Far From Alaska pro campeonato brasileiro de League of Legends ficou lindo, e a música está ótima:

O painel da quinta em comemoração aos 80 anos do Batman com quadrinistas foi bem interessante; foi uma conversa sobre a história do morcego de Gotham com alguns dos autores mais relevantes que criaram quadrinhos sobre ele, e qualquer fã da DC Comics provavelmente gostou do painel.

Ao final do dia tivemos o aguardado painel de Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (Birds of Prey and the Fantabulous Emancipation of Harley Quinn). O painel foi divertidíssimo, com abertura com DJ, distribuição de martelos de plástico inflável inspirados no martelo da Arlequina, várias cosplayers em figurinos da personagem no palco, e presença do elenco principal e diretora. O painel foi apresentado pela Marimoon, e achei que a entrevista foi bastante boa.

Nós vimos algumas cenas exclusivas e o trailer estendido e exclusivo. A primeira coisa que mostraram foi a abertura do filme, que é a Arlequina narrando o que aconteceu com ela. Depois de ser chutada pelo Coringa, ela teve dificuldades em se reerguer, mas aos poucos foi retomando a rotina, até que ouviu suas colegas te time de roller derby comentando que Harley era incapaz de ficar sozinha e voltaria pro Coringa na primeira oportunidade. Por isso, ela resolve explodir a fábrica de químicos em que ela se “transformou” em Arlequina com ele e a partir daí… ela descobriu que não era a única mulher de Gotham que precisava de emancipação.

Quanto ao trailer, ele também foi exibido domingo no painelzão da Warner e deu pra perceber bem qual a levada que o filme teria – de um filme bem “quadrinificado” que não tinha a intenção de ser levado muito a sério. Um filme pra você se divertir assistindo. As cenas de luta são muito bem coreografadas e ficou aquela curiosidade sobre como as Aves de Rapina poderiam dar certo.

Sobre a SEXTA, dia seis: chegamos no horário dos portões abrirem para as pessoas com convite Epic, entramos pelo pavilhão, e uma das primeiras coisas que fomos foi ver foi o estande da HBO. Este ano, os conteúdos no estande eram de Westworld, Watchmen, e His Dark Materials. Na área de Westworld havia uma espécie de mini cinema de imersão onde mostraram conteúdo da série, e também tinha um game pra ser jogado lá; a ativação de Watchmen era um túnel de LED um quiz sobre a série, além de ter os figurinos da série pra tirar foto; e na ativação de His Dark Materials era possível criar um gif de você interagindo com algum dos daemons da série e fotos com uma réplica do urso de armadura mais ranzinza dos universos, Iorek. Além das atividades, existiam também vários cenários para fotos muito legais.

Ainda na sexta-feira, conhecemos também a área da Globoplay, que estava com um palco próprio e também tinha uma programação bem legal. O estande tinha um game de The Good Doctor, e uma máquina onde era possível conseguir brindes – parecida com as que existem em vários estabelecimentos com, por exemplo, pelúcias. Na máquina da Globoplay era possível pegar bolinhas de plástico transparente que tinham um bilhete dentro, que dizia qual brinde você ganharia; o o estande do app de relacionamentos Badoo também tinha uma parecida. Destaque pra atividade de Desalma que dava dois meses de Globoplay grátis.

Em torno de uma e meia da tarde, nós fomos para a área próxima à entrada do auditório por dentro do pavilhão, porque a gente queria conferir se haveria possibilidade de conseguir entrar no auditório para assistir ao painel da Maurício de Souza Produções. A gente imaginava que o auditório já estaria cheio para o painel da Lana Parrilla, e aguardaríamos para saber se a gente conseguiria entrar depois que saíssem pessoas depois da entrevista dela, mas para nossa surpresa, as vagas ainda não estavam totalmente preenchidas e entramos direto, e inclusive o lugar onde a gente costuma gostar de se acomodar estava disponível, então a gente se plantou ali pra assistir ao próximo painel, que foi o da Globoplay.

Quem apresentou o painel da Globoplay foi o ator e diretor Fernando Caruso, e participaram vários artistas para promover muitos conteúdos. Mostraram um vídeo da Doctor de Doctor Who para divulgar que a série estará no Globoplay; e logo deram início com Eu, a Vó e a Boi, que foi com parte do elenco divulgar a série inspirada num fio do twitter. Inclusive, a narração da cena de abertura é exatamente igual ao começo da thread no twitter, o que só deixou a série mais legal. Pra completar, Alessandra Maestrini – que interpretou o Seu Rocha na série – simplesmente improvisou uma ópera ao final do segmento que foi de arrepiar.

Trouxeram parte do elenco principal de Onde Está Meu Coração, incluindo o ator Fábio Assunção, pra falar sobre a série, e além disso também teve conteúdo sobre a série de terror Desalma. A banda Sepultura foi responsável pelo encerramento, fazendo um cover de Tainted Love do Marylin Manson da banda Soft Cell, que aparentemente fará parte da trilha sonora de Desalma.

Transmitimos o painel da Lana Parrilla praticamente inteiro no instagram, mas infelizmente esquecemos de salvar os vídeos a tempo para republicar pra vocês; a gente desligou a transmissão apenas em momentos em que não era permitido utilizar câmeras. Fora isso, também fizemos uma cobertura mais enxuta no twitter, que vocês podem conferir a partir do tweet abaixo. O painel foi basicamente sobre a carreira da Lana, especialmente seu(s) papel(is) em Once Upon a Time. Ela ficou claramente emocionada com a recepção do público brasileiro que é muito apaixonado por ela. Foi bonito de assistir.

Depois do painel da Lana, tivemos o painel da Maurício de Souza Produções, e, gente QUE PAINELZÃO! A gente amou que chamaram o painel de “MSPVERSO”, por causa do meme “Mônicaverso” que começou por causa dessa foto aqui:

Gostamos bastante o fato de que eles lidam de forma bem criativa com os memes com Turma da Mônica que aparecem; antes de falar do conteúdo do painel propriamente dito, vou destacar que na loja oficial tinham os seguintes pins da Mônica e do Cebolinha:

O pin em formato de lápis é da Dessamore, comprado lá na Artist’s Alley.

Como sempre, eles anunciaram MUITA coisa durante o painel, e sendo o MSPVerso, eles passaram por todas as áreas que a MSP cobre (Disney who?) – de games a ebooks até as séries e filmes, inclusive falando das graphic novels encantadoras que têm sido lançadas. Os principais destaques são a mini-série do Astronauta que sairá na HBO. Tá bom que ela está em pré-produção faz uns 3 anos, mas eles querem entregar o melhor conteúdo possível para o público. A série terá o subtítulo “Propulsão”, com 6 episódios de meia hora, e será uma prequência das graphics do Danilo Beyruth. E falando em Beyruth, a 5ª graphic dele para a MSP vai sair agora em 2020.

Astronauta 5 não é a única graphic confirmada. Também vai ter Penadinho 2, Cascão (na chuva!) e nada mais nada menos do que Jeremias 2! Depois do painel, nós voltamos para a Alley e comentamos com o Jefferson (Costa) o quão felizes ficamos com os anúncios de Jeremias; até perguntamos se já tinha subtítulo, mas ele não podia revelar ainda. CONTUDO, todas essas graphics sairão ainda este ano, então não vamos ter que esperar muito. E vai que eles decidem anunciar alguma coisa no Anime Friends? Dedos cruzados!

Como se isso não fosse suficiente, também foi anunciado uma série em live-action de Jeremias que deixou a gente aos prantos (sem zua). Eles informaram que iriam abrir audições assim como fizeram para Laços e a primeira coisa que Byzinha comentou foi que Tais Araújo deveria interpretar a mãe do Jerê; em contrapartida, a Hypia sugeriu a Iza e honestamente, ambas opções são muito válidas.

Comemoramos muito na hora que anunciaram a data de estreia do filme de Turma da Mônica: Lições porque era um momento que a gente tava com bastante expectativa pra que acontecesse lá. O filme foi prometido para 10 de dezembro de 2020, que é na semana logo depois da CCXP20, e gostaríamos muito de uma pré-estreia lá, mesmo que num dos auditórios menores.

Depois deste painel, foi a hora em que precisamos nos separar. Como a Hypia optou por não tirar foto com ninguém depois que o Iain cancelou, só a Byzinha foi para a área de fotos pro agendamento com a Lesley-Ann Brandt, a Maze de Lúcifer. Pra falar a verdade, deu uma atrasadinha de meia hora, mas nada que fosse nossa que demora horrível como as pessoas sofreram em 2018, e as fotos estavam sendo impressas rapidamente (apesar de haver reclamações sobre a qualidade das fotos em relação aos anos interiores).

Lesley foi super simpática! Ela é, como esperado, linda de morrer, magrinha que parece que vai sumir, já chegou abraçando (mesmo tendo sido instruídos a não iniciar contato) e foi o maior amorzinho. Se vocês ouviram nossos episódios sobre a CCXP no Popcast Club, deve ter ouvido a gente falar sobre ensaiar o que falar antes de encontrar o artista. Bem, a By tinha uma lista de coisas pra falar e surpreendentemente conseguiu dizer tudo! Foi um choque. Saudades Lesley-Ann.

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?????????????????????????? #CCXP19 #LesleyAnnBrandt

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Uma das últimas atrações da sexta foi o show da banda Fresno na área Creators. Hypia gostou bastante da programação musical, por terem levados bandas que ela curte; antes de ir embora, pudemos assistir a um trecho do show, quando estavam tocando a música Natureza Caos. Não vimos o show todo porque as atividades com a Fresno iam começar pouco tempo depois que a gente saiu do painel do Maurício de Souza, sendo que o show mesmo aconteceu depois do painel de Fora do Ar, série de comédia da Globo que veio substituir o finado Tá No Ar.

A gente ficou sabendo na sexta entre oito e oito e meia da noite que já tinha fechado a fila para os painéis do SÁBADO, dia sete, com o número de pessoas que o auditório Cinemark comporta, então, depois que saímos do evento fomos para o local onde estávamos hospedadas com outras amizades nossas e voltamos no sábado próximo da hora do evento abrir para o público com ingresso Epic.

Opinião nossa que talvez seja pouco popular: não achamos que o painel da Marvel necessariamente compense o perrengue de dormir na fila. Desde a primeira CCXP, nem o painel da Disney e muito menos o painel da Marvel não costumam trazer grandes novidades, diferente de outras produtoras; nesse ponto, Warner e Netflix fazem painéis muito mais interessantes que a elas.

Uma das primeiras coisas que a gente fez no sábado foi conferir o estande da Faber-Castell, onde era possível fazer uma foto que seria impressa como um adesivo desenho para colorir; junto com o desenho impresso, tanto Raabe quanto Hypia receberam uma caixa de lápis cada uma como brinde. No horário normal, a fila de espera para essa atividade estava em mais de uma hora, mas se pegasse a fila logo quando os portões abrissem, não dava tanto tempo assim. Nós mesmas ficamos por cerca de 15 minutos apenas.

O cansaço no penúltimo dia de CCXP já era bem real, mas mesmo assim Hypia foi completar o álbum da Artist’s Alley com ajuda da Byzinha, e pegar autógrafo no Grande Almanaque dos Super Heróis Brasileiros – e ver o painel sobre esse livro foi incrível! Comentaram assuntos relacionados à criação desse projeto, influências, e história da publicação de quadrinhos no Brasil, e foi muito bacana. Mostramos tudo o que trouxemos da Artist’s Alley no nosso perfil no Instagram.

Desta vez, a gente achou os food trucks abaixo da expectativa; nossa impressão é que este ano as áreas de alimentação tinham menos opções, e não tão legais assim.

Fomos conferir a área de board games, que este ano tinha patrocínio da Hershey’s, e claro que tinha muito chocolate para degustar também, enquanto a gente experimentava os jogos. Ganhamos também cada uma uma caixa de chocolate depois de tirar fotos temáticas. Foi muito bacana, e eles montavam as mesas de jogadores de acordo com o interesse das pessoas na fila – por exemplo, nós queríamos algo rápido porque tinha algumas coisas que nos interessava assistir, então colocaram a gente numa mesa de jogo de 15 minutos, mas quem queria jogos mais complexos e demorados também tinha essa opção.

Depois de tirar uma foto assim, temática, a gente ganhava uma caixa de chocolates!

Nossa intenção era ver um painel sobre Tokyo 2020 com alguns atletas comentaristas da Rede Globo (e associados) que aconteceria no estande da Globoplay, e nesse meio tempo iríamos tentar as atividades da Warner mais uma vez. Acontece que no grupo da nossa casa na CCXP, nós estávamos mantendo contato para saber a situação da fila para o domingo e pouco antes das 17h (o horário que disponibilizavam agendamento no app da Warner) já estávamos decidindo ir pra fila. Tentamos as atividades mesmo assim e até conseguimos pela primeira vez em 4 dias agendar uma participação cada. Essas atividades seriam logo antes do painel que queríamos ver, mas com medo de ficar sem pulseira, resolvemos cancelar tudo e já partir pra fila.

Ficamos sabendo depois que teve gente chegando de manhã, mais ou menos às sete horas, que também conseguiu pulseira. Por outro lado, indo pra fila cedo tivemos a chance de escolher onde sentar, sem sofrer o mesmo que no sábado em 2018, quando estávamos no final da fila e tivemos que sentar separadas. Também rolou um esvaziamento após o painel do Frank Miller – como aconteceu em 2015 – e gente que estava na fila que a gente chama de fila da fé também conseguiu entrar no auditório pro painel de Mulher Maravilha; chegaremos nessa parte mais pra frente.

A nossa intenção inicial seria pegar a fila por volta das 20h, garantir nossas pulseiras, e depois revezar com as outras meninas em ir pra casa tomar um banho, jantar, dar uma descansada, pegar umas cobertas e encontrar nossa maknae Cambs, que só poderia chegar mais tarde. Mas tivemos que ir pra fila às 17h30 e isso melou basicamente todos os planos. A Cambs teve que ir direto pra Expo e por sorte nossa (mas azar da pessoa) uma menina do nosso lado precisou ir embora, então ela deixou todas as coisas dela conosco – colchonete, travesseiro, coberta, pulseira provisória – o que ajudou a garantir o lugar da Cambs.

As pulseiras oficiais foram distribuídas às 22h em ponto (como prometido) e só depois disso deu pra circular tranquilamente pelo local. A Hypia voltou pra casa, conseguiu pegar nossas coisas e comida e pela primeira vez na história da CCXP a gente tinha uma manta térmica pra isolar o calor e evitamos o congelamento do concreto que aconteceu nos anos anteriores. Sério, gente, tem que ter um estudo sobre como a CCXP sempre acontece quando tem frente fria em pleno dezembro, toda vez a gente passa frio. Este ano, estávamos mais preparadas – com a manta térmica, um saco de dormir, cobertas – então foi mais de boa, mas tinha gente dos nossos lados morrendo de frio, ficamos com dó.

Inclusive, uma coisa interessante que aconteceu é que tinha estande da Pernambucanas no evento em 2019. Isso, em tese, não quer dizer muito, afinal sempre tem loja na CCXP, mas pra quem teve que dormir na fila, bem, fez toda diferença. Com o pavilhão fechando às 21h, o que teve de gente entrando de novo e voltando com sacola de cobertor foi impressionante.

Vamos comentar agora sobre os conteúdos do DOMINGO, dia oito. Permitiram que a gente entrasse no auditório às oito horas. As atividades foram iniciadas às 10h com o painel de The Golden Child, com participações mais que especiais do Frank Miller e Rafael Grampá para comentar o quadrinho, e foi uma excelente entrevista; a história dessa nova HQ tá muito interessante. Nós fizemos live desse painel, se quiser é só conferir aqui em baixo:

O próximo painel foi o da Netflix. O ator Henry Cavill veio pra falar de The Witcher e mostrar algumas cenas, conforme já era especulado, porque ele estava na Comic Con da Argentina dias antes; também vieram para o evento parte do elenco principal de La Casa de Papel – algo que chamou a atenção foi o fato de que o ator Darko Peric, que faz o papel do Helsinki na série, foi ao painel com uma camiseta da banda Ratos de Porão com arte do Marcatti. Também tivemos a participação do Ryan Reynolds para promover Esquadrão 6 – houve inclusive uma pre-estreia do filme na semana da CCXP, fora do evento.

Em seguida, tivemos HBO com o painel de His Dark Materials, com participação do ator Clarke Peters, e da atriz Ruth Wilson. A atriz Dafne Keen também participaria do evento, mas não conseguiu vir; mesmo não estando aqui, ela mandou um vídeo dizendo um oi e lamentando por não estar presente.

Sendo um dos painéis mais esperado por nós, mesmo com a ausência de Dafne, ele não decepcionou. Clarke – declaradamente apaixonado pelo Brasil, mesmo esta sendo sua primeira visita – e Ruth foram muito eloquentes durante o painel, contaram suas experiências no set e em relação aos seus personagens, falaram dos relacionamentos estabelecidos durante a trama e soltaram um spoiler ou outro pra quem não leu os livros. Quando perguntados sobre qual era a lição principal da série é não subestimar as crianças, e eles estão absolutamente certos.

Eles terminaram de gravar a segunda temporada recentemente. Em teoria, deverão ser 3 temporadas, se a intenção for de seguir a trilogia principal (Fronteiras do Universo) dos livros de Philip Pullmann. O primeiro livro da trilogia nova (O Livro das Sombras) se passa antes de Fronteiras, por isso pode ser inserido no decorrer das três primeiras temporadas da série (como até já aconteceu nos primeiros episódios), mas a partir do segundo livro há um pulo no tempo que não sabemos se a HBO terá interesse em dar continuidade no live action. Vamos ter que ficar no aguardo.

O próximo painel foi o da Warner, apresentando pelo Marcos Mion. Mostraram conteúdo de muitas produções: Scooby! O Filme, Heights (Em um bairro de Nova York), Invocação do Mal 3, Tenet, Tom e Jerry, DC Super Pets, e Space Jam 2 – que particularmente levanta a pergunta: serase a CCXP vai ter culhões pra trazer LeBron James em 2020? Estaremos no aguardo.

Também foram comentadas algumas das próximas produções da DC, com pequenos teasers, já que ainda não tem conteúdo pra ser divulgado: Aquaman 2; Shazam 2, Coringa 2, O Esquadrão Suicida – com a atriz brasileira Alice Braga. Tivemos além disso a confirmação de painel de The Batman na CCXP20 com participação do diretor – e infelizmente alguém filmou e publicou esse vídeo na internet, mesmo com os avisos de NÃO FILME e NÃO FOTOGRAFE nos telões. Precisamos mesmo dizer que estamos torcendo muito pela presença do Robert Pattinson nesse painel? Esperamos de verdade que essa pessoa não tenha queimado nosso filme, porque a Warner sempre traz muito conteúdo bom pro painel, e não queremos perder essa brotheragem com eles T_T

E, por último, pra encerrar os trabalhos, tivemos o painel de Mulher Maravilha 1984, com Gal Gadot e Patty Jenkins. Tivemos a oportunidade de ver duas vezes a versão estendida do trailer, e GENTE, ESSE FILME TÁ INCRÍVEL!

Recebemos um par de pulseiras com luzes, que funcionaram de um jeito automatizado durante o painel, de acordo com o que estava sendo apresentado, o que criou um efeito bem bonito lá no auditório; a gente podia trazer essas pulseiras pra casa e se vocês acham que ficamos brincando com elas até a bateria acabar, acharam certo. Também recebemos uma sacola contendo um pôster do filme e um cartão postal inspirado na Mulher Maravilha que logicamente nunca será usado haha.

Este painel foi transmitido online pelo Twitter da Warner, e, salvo engano, foi o primeiro painel da CCXP que foi transmitido ao vivo oficialmente. Quando as luzes apagaram após anunciarem que o trailer finalmente seria laçado, não apareceu nada no telão. Ao invés disso, Patty voltou pro palco pra dizer que nós exclusivamente teríamos acesso ao trailer estendido, com um minuto inteiro a mais do que o que o resto do mundo estava vendo!

Algumas das principais diferenças é que pudemos ver a personagem de Kristen Wiig “caracterizada” (entre aspas porque não temos certeza se ela ficará daquela forma ou se terá uma “versão a mais”), além das cenas no shopping, da batalha em que a Diana se machuca e a em que eles estão perseguindo o caminhão foram muito mais longas e detalhadas. Como dissemos antes, eles exibiram o trailer duas vezes e foi emocionante, o painel todo – inclusive o fato dele ter sido exibido para o mundo inteiro (por que choras, sdcc?).

Voltamos embora depois desse painel bastante felizes, depois de cinco dias incríveis, nos quais vivenciamos as mais diversas emoções durante tudo o que a gente viu e fez lá na CCXP; ter interagido com pessoas que criam conteúdos que amamos também foi maravilhoso. Mal podemos esperar pela CCXP 2020!


Todos os tweets feitos no perfil do WT citados neste post fazem parte de um fiozão, então se você quiser ver o que mais nós postamos por lá, é só clicar em qualquer um deles. Além disso, vocês podem ver alguns vídeos extras que publicamos nesta pasta do Drive.

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1 Comment

  • Reply
    Lanna
    20/01/2020 at 8:44 am

    SOCORRO, MEU SONHO DA VIDA!
    QUE LEGAL.
    QUERIA IR.

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