Televisão

Code Black

Code Black foi uma das surpresas da Season Fall de 2015, começando ali morninho com certas dúvidas se valia a pena continuar até que virou uma ó t i m a estréia de drama médico que merece um espacinho na sua grade de séries (principalmente se você largou certas outras séries médicas cof cof).

Código Negro: Um fluxo de pacientes tão intenso que não se tem recursos suficientes disponíveis para tratá-los.

Centralizado na vida dos residentes do pronto-socorro do Angels Memorial Hospital, a série mostra dramas diários da vida de quatro residentes e seus supervisores envolvidos nas salas de emergência. De todos os atendimentos mais rápidos e fáceis até os meio milagrosos e que envolvem a burocracia de mais de uma área, a cirúrgica por exemplo, existem inúmeras explorações das reações médicas e humanas em frente à estas situações, uma pontuação única de personagens que se entrelaçam entre si para o bem de um terceiro, algo até mesmo da vida real.

Dr. Leanne “Daddy” Rorish, vivida pela atriz Marcia Gay Harden (Garota Fantástica) é a chefe do ER (Emergency Room, basicamente o nosso pronto-socorro aqui) e uma das responsáveis pela supervisão dos novos residentes destinados ao ER. Ela tem ajuda do Mamma aka Jesse Salander, o chefe dos enfermeiros (Luis Guzmán, Narcos) e do Dr. Neal Hudson (Raza Jaffrey, Smash) entre outros médicos e sub-locados que ali trabalham.

Cada caso é um caso, sejam os que apelam pro seu lado mais emocional ou que te deixam meio boquiaberto com as atitudes não só médicas tomadas e durante todo o episódio nós podemos ver o desenvolvimento de casa personagem durante o caso e, mais importante, entre si mesmos. O crescimento de cada um dentro do hospital é basicamente palpável e tão lindinho que você só quer abraçar todo mundo vendo todas aquelas amizades crescendo e eles se tornando uma família que lida com as coisas juntos e protegendo as costas um do outro (e as zoeiras porque né a vida é feita de zoeiras)

Tem drama, umas pitadas de comédia e uns conhecimentos médicos jogados numa estrutura até que cativante durante todo o desenvolvimento da série. Até aqueles momentos de reflexão sobre os sentimentos humanos possuem sua base de impacto. Existe uma certa diversidade na série, como uma médica latina e lésbica, médicos negros e personagens femininas que precisam de nenhum homem (mas que ocasionalmente ficam com uns por ai sim to mirando em c e r t o s otps da série que você vai shippar também, trust me).

A primeira temporada conta com 18 episódios amorzinhos e uns ai no meio que vai te fazer precisar de um hospital. Ainda não há uma certeza de renovação MAS VAMO QUE DÁ MINHA GENTE, AH SE DÁ.

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