Televisão

Achados da Netflix #2

Mais um mês de maratonas, procrastinação e pensando nela… Netflix. E mais um mês de ótimas recomendações de coisas ótimas para aproveitar no serviço de streaming, pois o Achados da Netflix está chegando agorinha na sua vida. Você merece conteúdo bom e a gente sabe bem o quão difícil é encontrar algo que preste em catálogos gigantes, então vem ver o que a gente achou por lá dessa vez!

SÉRIE – MONTY PYTHON’S FLYING CIRCUS

TEMPORADAS DISPONÍVEIS: 4, com 13 episódios de 30 minutos cada nas três primeiras, e 6 episódios de 30 minutos cada na última.

Antes de Em Busca do Cálice Sagrado e A Vida de Brian existia Flying Circus, uma série composta por skits, geralmente sem muita relação uns com os outros, que mostram o quão hilários os rapazes do Monty Python são. Alguns skits são idiotas, outros extremamente inteligentes, outros extremamente idiotas, outros pura zoeira. É aquele humor britânico que muita gente ama, e não tem como não se apaixonar pela série. Você vai rir toda hora? Provavelmente não, mas mesmo assim vai apreciar o que viu, ou pelo menos vai balançar a cabeça e se perguntar o que se passa na mente desses caras pra inventar essas coisas. Já se passaram 40 anos depois de seu término, e ainda assim as piadas e situações da série continuam engraçadas, provando que a genialidade de Monty Python é atemporal, e Flying Circus merece sua atenção.

SHOW – HANS ZIMMER: LIVE IN PRAGUE

TEMPO DE DURAÇÃO: 2h19m

Hans Zimmer é o cara por trás das trilhas sonoras de Gladiador, O Rei Leão, A Origem, Interestelar, Piratas do Caribe, da trilogia do Cavaleiro das Trevas, e muitas outras. Com composições tão icônicas e respeitadas, nada mais justo que Hans fazer um show com seus grandes sucessos, certo? Acompanhado de sua ótima orquestra e coral, Zimmer mostra porquê é um dos maiores compositores da atualidade, e assisti-lo contando histórias sobre seus trabalhos e passando por vários instrumentos para relembrar suas criações mais amadas é simplesmente uma alegria. É impossível não reconhecer tanta música boa, e é ainda mais complicado não cantarolar durante o concerto, mas essa é a graça – dá pra aproveitar e se esgoelar à vontade do conforto da sua casa. Ou do ônibus. Por favor, não berre de cantar no ônibus.

SÉRIE – RITA

TEMPORADAS DISPONÍVEIS: 4, com 8 episódios de 25 minutos cada.

Quando eu assisti The Rain, eu não achei que a Netflix ficaria me indicando série Dinamarquesa, mas ela ficou, e dessa forma eu cheguei até Rita, a história de uma professora que mora na casa do zelador com os 3 filhos – um deles ainda aluno da escola em que ela leciona – que escolheu métodos não-convencionais para ensinar seus alunos. Demora um pouco para entender o sistema educacional dinamarquês (e ao fim de 4 temporadas eu ainda não tenho certeza se entendi), mas o que torna essa série realmente atrativa é o relacionamento de Rita com a educação e os pequenos arcos dos alunos. É meio triste ver o elenco infantil mudar a cada temporada (afinal, as crianças passam de ano, se formam, coisa e tal), os filhos de Rita perdem espaço conforme eles crescem e se mudam, e essa dramédia sempre dá um jeito de fazer a gente derramar umas lágrimas vez o outra, mas ela é tão boa… Espero que tenham mais temporadas (mesmo que elas levem 2-3 anos para chegar, no melhor estilo Sherlock).

SÉRIE – MOB PSYCHO 100

TEMPORADAS DISPONÍVEIS: 1, com 12 episódios de 20 minutos.

Eu sei, adaptação live action não deve ser considerada gente, mas eu comecei a ler Mob Psycho 100 (do mesmo autor de One Punch Man) e quando eu soube que tinha live action, falei “YAAAAAAAS”. Vale considerar que isso foi depois de eu ter assistido o bem sucedido Fullmetal Alchemist, então entrei nessa sem medo. A série cobre um pouco mais de 2 volumes de mangás (não li mais que isso ainda, então não vou arriscar um número exato) e eu sei que não é 100% legitness – por exemplo, Mob está no ensino médio ao invés de fundamental -, mas é uma série divertidíssima e o ator que interpreta o protagonista (Tatsuomi Hamada) é muito parecido com o personagem, socorro! Além do mais, quem converte não se diverte, por isso que muitos fãs assíduos dos mangás odiou a série, mas eu não. Eu amei e indico pra todo mundo. Se você quiser se divertir assistindo algo bem bregão e ao mesmo tempo sensa~~, essa é a escolha certa. Ainda não sabemos se vai ter segunda temporada (teoricamente, era pra ser uma mini-série), provavelmente não, mas estaremos de olho.

SÉRIE – SWITCHED

TEMPORADAS DISPONÍVEIS: 1, com 6 episódios de 44 minutos.

Switched é o novo dorama original Netflix em que os personagens trocam de corpos. Acabei assistindo porque estava no hype do lançamento da adaptação de Todo Dia, mas te garanto que este dorama não tem nada a ver com o romance escrito por David Levithan. A história tem um tom bastante sombrio, apesar de ser um ~romance colegial~. Desde o primeiro episódio fiquei pensando “Nossa, que coisa mas creepy!”, mas continuei acompanhando para ver o desenrolar da trama e também porque é viciante. O dorama aborda a temática de bullying e depressão, e por ter poucos personagens na trama central, achei que a história se desenvolveu bem. É viajado, eles tentam fazer sentido, mas para mim não colou, PORÉM é um bom entretenimento.

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