Coluna

WT Recomenda – Outubro

Mais um mês eterno passou, e nossa equipe reuniu o que achou mais relevante para indicar para vocês. São séries fáceis de achar e outras coisinhas que garantimos serem boas ou ao menos divertidas, então bora pra lista!

Séries

A Maldição da Mansão Bly

  • Antologia – Temporada 2
  • 9 episódios de 1h cada
  • Netflix (2020)
  • 4/5 estrelas

Depois de Hill House, que permanece icônica, The Haunting acabou virando uma antologia, onde cada temporada seria com histórias diferentes, umas vitória para o povo de Deus e para as histórias que foram e serão contadas, que agora podem ser mais respeitadas em sua adaptação.

E foi assim que A Maldição da Mansão Bly chegou. Mike Flannagan fez novamente a receita de sucesso e maravilha e nos entregou essa série que, honestamente, vai tão fundo quanto Hill House. A au pair (que é uma maneira chique de dizer babá-professora) Dani Clayton, que é a Victoria Pedretti que volta para o universo de The Haunting, é contratada para cuidar dos órfãos Flora e Miles na Mansão Bly, particularmente distante da civilização.

E então é só ladeira a baixo. Fantasmas estão em toda parte, as crianças são adoráveis e estranhas e sair de Bly é praticamente uma missão impossível. Você pode procurar os fantasmas escondidos nas cenas mais uma vez, mas a história que começa um pouco mais devagar e vai crescendo até o final captura sua atenção como se fosse um abraço do qual você não quer sair. Mas não se surpreendam com o conteúdo de terror da série, entretanto, porque segue o mesmo ponto de Hill House. Não é sobre o terror, Mansão Bly é uma história de amor, memória e perda. As assombrações não são apenas do outro mundo que aparecem atrás de você, elas também são aqueles que se foram e aqueles que vão vir.

Cidade dos mortos

  • 1 temporada
  • 8 episódios de 45 minutos cada
  • THT/Netflix (2020)
  • 4/5 estrelas

Particularmente, eu não estava dando nada para esta série e nem iria assistir, mas minha mãe ficou curiosa pra ver e apertou play. Como eu sempre estou na sala, acabei vendo junto, então a primeira coisa que posso confirmar é que sim, essa é aquela série russa de zumbis cuja doença é assustadoramente parecida com uma certa pandemia que estamos vivendo. A segunda coisa é que metade dos personagens é irritante na primeira parte da temporada e depois alguns deles a gente passa a tolerar, outros passamos a gostar mesmo. To the Lake melhora conforme os episódios evoluem, o que é bom, e seu final é a máxima do “não entendi nada”, que dá um gancho para uma próxima temporada. O saldo final é positivo e me peguei gostando mais do que esperava, por isso recomendo.

Enfermeira Exorcista

  • 1 temporada
  • 6 episódios de 50 minutos cada
  • Netflix (2020)
  • 3/5

Sabe aquele ditado do “tá ruim mas tá bom”? É basicamente esse o sentimento com Enfermeira Exorcista, uma série meio bobinha, mas que faz você rir e chorar aqui e ali de vez em quando, e é um ótimo passatempo pra quando você não sabe exatamente o que assistir. Como ela é da Netflix, já tem dublagem, e os protagonistas são interessantes, embora a temporada não tenha entregado informações suficientes sobre nenhum dos dois. Embora a primeira temporada tenha um arco fechado, ainda há espaço para desenvolver melhor os protagonistas e personagens secundários, mas não temos nenhuma confirmação de renovação ainda. Mas mesmo se ficarmos com uma temporada única, até que a série funciona bem como filler, então recomendo.

Música

Pentagon – WE:TH

  • Grupo: Pentagon
  • Álbum: WE:TH
  • Gênero: K-Pop
  • Faixas: 5
  • Lançamento: 12 de outubro de 2020

Nós já falamos de Daisy, a música título do álbum mais recente do Pentagon, lá na primeira parte do KPT de outubro, mas é sempre bom reforçar, porque o grupo de k-pop voltou com tudo neste belíssimo mini-álbum WE:TH. Com uma título sentimental e 4 outras faixas excelentes, foi a primeira vez que fiquei sem pular uma música de tudo que o Pentagon lançou, então acho muito válido recomendar. Além disso, metade do grupo foi pra academia e está exibindo o resultado no MV e nas fotos de conceito, o que é sempre válido.

Mas brincadeiras à parte, WE:TH tem alguns detalhes a serem destacados. Este é o primeiro comeback desde o retorno de Yanan e a ida de Jinho para o exército; foi também o último comeback antes de Hui, o líder e compositor da maioria das músicas do grupo, alistar também. E o mais importante: depois de 4 anos, o Pentagon finalmente teve seu primeiro win em music show – um grande marco para a carreira de qualquer artista coreano.

Parabéns pro Pentagon, e fiquem com a versão acústica de Daisy para limpar a alma.

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